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    <title><![CDATA[MAD Brasil]]></title>
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    <description><![CDATA[Notícias de música, celebridades e cultura pop do Brasil e do mundo.]]></description>
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      <title><![CDATA[Cannes 2026: Bella Hadid ressuscita ícone da moda com look de tirar o fôlego]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 06:31:17 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Moda]]></category>
      <description><![CDATA[Gente, segura essa: o Festival de Cannes não para de entregar momentos icônicos, e a Bella Hadid garantiu mais uma vez que todos os holofotes estivessem nela. A supermodelo global …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Gente, segura essa: o Festival de Cannes não para de entregar momentos icônicos, e a Bella Hadid garantiu mais uma vez que todos os holofotes estivessem nela. A supermodelo global apareceu na première do filme &apos;La Bataille De Gaulle: L&apos;Âge De Fer&apos; com um look que mistura audácia com alta costura, e o resultado foi babado puro — do tipo que faz crítico de moda largar o bloquinho e simplesmente aplaudir.</p>
<h2>O vestido que parou o festival</h2>
<p>Nesta edição do Festival de Cannes, Bella surgiu com um conjunto branco de renda que fez todo mundo babar — e falar. A escolha já entrou para a lista dos looks mais comentados do ano, provando que ela sabe como ninguém transformar cada aparição em um acontecimento fashion. O segredo? Um Schiaparelli customizado, feito sob medida, daqueles que a gente olha e precisa de um segundo pra processar o que está vendo.</p>
<p>E não foi qualquer vestido. A peça foi inspirada em um modelo icônico usado pela lendária Jane Birkin no Gala Artists Union, em Paris, em 1969. E vem cá: foram mais de 22.160 horas de trabalho para ele ficar perfeito. Pra ter uma ideia do que isso representa, são quase três anos de trabalho ininterrupto dedicados a um único traje. Isso é artesanato no nível mais alto — o tipo de dedicação que transforma um vestido em obra de arte.</p>
<h2>Por que Jane Birkin importa</h2>
<p>Pra quem não está familiarizado com a lenda: Jane Birkin foi cantora, compositora, atriz e modelo inglesa. Nascida em Londres em 1946, ela construiu uma carreira prolífica nos cinemas britânico e francês e alcançou fama internacional também pela sua parceria musical e romântica com Serge Gainsbourg. Birkin virou símbolo de uma certa elegância despojada, de um estilo que parecia natural mesmo quando era extremamente calculado — e essa combinação de leveza e sofisticação continua sendo uma das referências mais citadas da história da moda.</p>
<p>Ao revisitar o vestido que Birkin usou lá em 1969, Bella não fez só uma homenagem bonita. Ela mostrou que moda é memória, que um look pode carregar décadas de significado e ainda parecer completamente atual. A referência não passou batida: críticos e fãs correram para comentar a conexão, e a conversa em torno da influência duradoura da estética de Birkin no tapete vermelho contemporâneo não parou mais.</p>
<h2>Moda como narrativa</h2>
<p>Isso é exatamente o que separa um look bonito de um look que fica na história: a capacidade de contar uma história. Bella Hadid não estava apenas vestindo uma roupa; ela estava fazendo uma declaração cultural, conectando 1969 a 2026 com uma peça que exigiu mais de 22 mil horas de trabalho artesanal. Cada ponto de renda, cada detalhe do Schiaparelli é uma linha nessa narrativa — e o resultado é um visual que vai muito além do tecido.</p>
<p>No Festival de Cannes deste ano, as aparições de Bella já vinham sendo comentadas com intensidade, mas essa se destaca pelo peso histórico que carrega. Ela prova, mais uma vez, que moda não é só estética: é também política cultural, é referência, é conversa com o passado sem abrir mão do presente.</p>
<h2>O poder de um ícone global</h2>
<p>Não é à toa que as redes sociais explodiram em poucos minutos com fotos e comentários sobre o look. Bella Hadid, modelo norte-americana nascida em Washington em 1996, de ascendência palestina e holandesa, tem um poder absurdo de transformar qualquer escolha em tópico global de discussão. Ela não precisa de legenda pra explicar o que está fazendo — o look fala por si mesmo, e o mundo todo para pra ouvir.</p>
<p>Com esse visual, ela reafirma seu posto de ícone fashion e nos mostra que, às vezes, pra inovar de verdade, basta dar uma boa espiadinha no passado. Afinal, se 22.160 horas de trabalho ficam escondidas debaixo de um conjunto de renda branca que parece levíssimo, talvez o maior talento da alta costura seja exatamente esse: fazer o impossível parecer simples. E o maior talento de Bella seja saber reconhecer isso — e usar no momento certo.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Zendaya arrasa com as 'spider bangs' e prova que é a rainha dos looks temáticos]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 06:15:33 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Moda]]></category>
      <description><![CDATA[Zendaya é daquelas estrelas que a gente simplesmente não consegue ignorar — e não porque a assessoria de imprensa dela trabalha bem, mas porque ela entrega. Sempre. Toda vez que ap…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Zendaya é daquelas estrelas que a gente simplesmente não consegue ignorar — e não porque a assessoria de imprensa dela trabalha bem, mas porque ela entrega. Sempre. Toda vez que aparece num tapete vermelho, a pergunta não é será que vai impressionar? mas como vai impressionar desta vez? A resposta costuma ser surpreendente, e na pré-estreia de Spider-Man: Brand New Day, em Los Angeles, não foi diferente.</p>
<p>A atriz chegou ao evento com uma transformação completa — cabelo, maquiagem e conceito — que imediatamente tomou conta das redes sociais e colocou ela de volta no centro de toda conversa sobre moda e beleza. Não é novidade que Zendaya é considerada o ícone de estilo da sua geração, mas tem uma diferença entre carregar esse título e continuar justificando-o a cada aparição. Ela continua justificando.</p>
<h2>As spider bangs que a gente não sabia que precisava ver</h2>
<p>O ponto alto do visual — e o que já virou febre — foi o cabelo, que ficou a cargo da hairstylist Ursula Stephen. A proposta era partir do clássico wet look, esse acabamento glossy que a moda vive ressuscitando, e empurrar para um território completamente novo, com inspiração direta no universo do Homem-Aranha. O resultado foi um rabo de cavalo baixo, apertado e com brilho intenso, o tipo de acabamento que parece ter saído de um editorial futurista — polido ao ponto de parecer esculpido.</p>
<p>Mas o rabo de cavalo, por mais impecável que fosse, era só o contexto. A franja é que roubou o show. Em vez de optar por qualquer coisa convencional, Ursula Stephen separou mechas finas e estratégicas e as posicionou formando linhas pontudas e geométricas sobre a testa da atriz — um efeito visual que remete diretamente às patas de uma aranha. Daí o nome que já circula por aí: spider bangs. É um visual que exige intenção, confiança e uma equipe que saiba exatamente o que está fazendo. Zendaya tem os três.</p>
<h2>A maquiagem que veio pra completar, não pra competir</h2>
<p>Um visual temático tão específico quanto esse poderia facilmente desandar se a maquiagem fosse longe demais ou de menos. O makeup artist Ernesto Casillas acertou o equilíbrio: a proposta era reforçar a estética misteriosa e sombria da noite sem deixar o rosto pesado ou exagerado.</p>
<p>O centro de tudo foi um smokey eye intenso em tons de preto — lápis aplicado na linha d&apos;água superior e inferior dos olhos, criando profundidade e drama sem precisar gritar. Para abrir o olhar e dar leveza ao conjunto, Casillas apostou em cílios longos e bem separados, com toques discretos de brilho nas pálpebras. O efeito final é quase hipnotizante: os olhos chamam atenção, mas de um jeito que faz a pessoa querer olhar mais, não piscar e desviar.</p>
<p>O contraponto veio nos lábios: contorno suave e neutro, finalizado com um gloss nude transparente e brilhoso. É a escolha certa quando os olhos já falam por si. Maquiagem e cabelo conversaram de forma impecável, criando um visual coeso que funciona como um todo — não como uma soma de partes bem-executadas, mas como uma ideia única com começo, meio e fim.</p>
<h2>Por que isso importa além do tapete vermelho</h2>
<p>Visual de celebridade em pré-estreia temática não é novidade. O que faz o look da Zendaya ser diferente é a precisão do conceito: não é só roupa inspirada no filme, é uma proposta de beleza construída do zero com referência clara, execução técnica impecável e o tipo de resultado que abre conversa. As spider bangs já aparecem em tutoriais, já estão sendo debatidas como tendência e já dividiram opiniões — o que, convenhamos, é exatamente o que um bom visual de moda deveria fazer.</p>
<p>Zendaya não apareceu no tapete vermelho só pra ser fotografada. Ela apresentou um conceito. E aí está a diferença entre usar uma roupa bonita e fazer um statement de estilo de verdade. A pergunta que fica é: você teria coragem de chegar na próxima festa com as spider bangs?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Taylor Swift revela os segredos líricos de 'I Knew It, I Knew You' para Toy Story 5]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 03:52:46 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[Se você já achava que decifrar uma música da Taylor Swift exigia um caderno de anotações e um café passado no susto, prepare-se: acaba de ficar oficial que a coisa é ainda mais fun…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se você já achava que decifrar uma música da Taylor Swift exigia um caderno de anotações e um café passado no susto, prepare-se: acaba de ficar oficial que a coisa é ainda mais funda do que parecia. Em uma rara aparição no rádio, a popstar abriu o jogo sobre os segredos escondidos em &quot;I Knew It, I Knew You&quot;, a faixa que ela compôs especialmente para Toy Story 5. A revelação foi direta: vários dos versos da música carregam mais de uma camada de significado. Para os Swifties, isso equivale a encontrar dinheiro no bolso do casaco de inverno — só que o casaco é de cetim e o dinheiro é ouro.</p>
<p>Taylor é compositora desde a adolescência. Aos 14 anos ela saiu de West Reading, Pensilvânia, e foi direto para Nashville, Tennessee, de mala e cuia, para perseguir uma carreira na música country. Assinou com a Sony/ATV Music Publishing ainda nessa época, e logo depois com a Big Machine Records, gravadora que lançou seus dois primeiros álbuns. Desde então, construiu uma reputação justamente por composições que funcionam em múltiplos planos ao mesmo tempo — pessoal, narrativo e simbólico. &quot;I Knew It, I Knew You&quot; não foge dessa tradição, e ela mesma fez questão de explicar o porquê.</p>
<p>Uma floresta de grama e memórias borradas</p>
<p>Taylor falou especificamente sobre os primeiros versos da música e a palavra &quot;daze&quot;, que pode ser lida também como &quot;days&quot;. Não é acidente tipográfico: &quot;daze&quot; evoca aquelas lembranças da infância meio fora de foco, bonitas justamente porque não estão nítidas demais — sabe aquela nostalgia que aperta no peito sem doer? A imagem das lâminas de grama que aparece logo em seguida faz o mesmo trabalho em duas frentes. Para uma criança, a grama é puro território de fantasia. Para um brinquedo — e Toy Story é uma franquia inteira construída sobre o ponto de vista dos brinquedos —, a grama é literalmente uma floresta gigante vista de baixo. Woody e Buzz Lightyear passaram quatro filmes enxergando o mundo rente ao chão; agora, com Toy Story 5, a câmera volta para esse ângulo, e Taylor encontrou nessa perspectiva um jeito de falar sobre infância sem precisar ser óbvia.</p>
<p>Paraquedas, aterrissagens difíceis e as pessoas que ficam</p>
<p>A referência aos paraquedas na letra segue a mesma lógica de dupla entrada. Por um lado, é uma imagem direta do universo lúdico da franquia — brinquedos, brincadeiras, aquela leveza física de cair devagar. Por outro, simboliza as pessoas que ficam do nosso lado enquanto a gente cresce e enfrenta as aterrissagens mais pesadas da vida, aquelas que machucam se você pousar errado. Taylor não nomeou ninguém, não transformou isso em declaração pessoal escancarada. Deixou a metáfora trabalhar sozinha — o que, convenhamos, é exatamente o que a faz ser Taylor Swift e não qualquer outra compositora.</p>
<p>E por falar em personagens que ficam: Taylor revelou ainda que Jessie foi uma das figuras de Toy Story 5 que mais a afetou ao assistir ao filme. A cowgirl passa por um momento significativo na sua própria história dentro da animação, algo que levou a cantora a pensar sobre reencontros, velhas amizades, feridas do passado e o processo — longo, muitas vezes tortuoso — de aprender a deixar essas feridas para trás. É o tipo de reflexão que atravessa gerações de fãs de Toy Story, já que o primeiro filme chegou aos cinemas em 1995 e criou vínculos emocionais que duram até hoje.</p>
<p>Um pé no country, o coração inteiro na saudade</p>
<p>&quot;I Knew It, I Knew You&quot; ainda carrega uma camada extra para quem acompanha a trajetória de Taylor desde o começo: a música marca uma pequena volta às suas raízes country, o gênero que a formou antes de ela conquistar o pop mundial. Não é uma virada de chave, mas é um aceno deliberado para de onde ela veio — e esse tipo de gesto tende a ressoar forte com quem está junto desde os primeiros álbuns.</p>
<p>O público já recebeu bem a faixa. Agora, com a própria Taylor explicando que cada verso esconde pelo menos dois sentidos, os Swifties têm combustível de sobra para mais uma rodada de análise obsessiva — com o encarte da letra aberto, o fone no volume máximo e, provavelmente, uma planilha no segundo monitor.</p>]]></content:encoded>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Otaviano Costa abre o jogo sobre os 20 anos com Flávia Alessandra: obras, DRs e muita gestão]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 02:53:16 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Celebridades]]></category>
      <description><![CDATA[Se existe um casal que a gente adora shippar na vida real, são Otaviano Costa e Flávia Alessandra. Carismáticos, bem-humorados e sempre com um sorriso no rosto, os dois parecem ter…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se existe um casal que a gente adora shippar na vida real, são Otaviano Costa e Flávia Alessandra. Carismáticos, bem-humorados e sempre com um sorriso no rosto, os dois parecem ter saído de um filme de comédia romântica. Mas, cá entre nós, a vida real não é exatamente um roteiro hollywoodiano — e o próprio Otaviano, aos 53 anos, resolveu provar isso abrindo o coração sobre os bastidores de duas décadas ao lado da atriz, de 52.</p>
<p>Contrariando a imagem de casal de revista, ele admitiu que também encararam os seus bons e velhos perrengues. O segredo para chegar aos 20 anos juntos, segundo ele, é uma boa dose de administração das emoções. &quot;A gente administrou muito bem todas as DRs do relacionamento, até para não romantizar. Todo mundo sabe que casamento é um processo de muita gestão de personalidades, gostos&quot;, disse ele. Quem é que nunca precisou disso, gente?</p>
<h2>DRs e obra: o combo da treta</h2>
<p>Otaviano contou que as maiores crises do casal vieram justamente nos momentos de trabalho conjunto — e nas temidas reformas. Não foi uma, não foram duas: foram quatro obras. Quem já reformou um banheiro sabe que isso é um teste de fogo para qualquer relacionamento. Cortinas, pisos, cores de parede — campo minado de opiniões e muitas dores de cabeça. Ele até riu ao lembrar: &quot;A gente já fez obra… quem faz obra sabe. E não foi uma, foram duas, três, quatro obras.&quot; Se eles sobreviveram a quatro reformas, merecem um troféu de Casal Mais Resiliente do Brasil.</p>
<p>Mas as crises não vieram só das obras. Os dois também dividiram o palco — e os estúdios — ao longo dos anos, atuando como parceiros de cena em vários projetos. Imagina a dinâmica: você trabalha com a mesma pessoa, negocia escolhas criativas, lida com ego, cansaço e prazo, e ainda chega em casa e precisa decidir o que vai jantar junto. Esse nível de convivência intensa exige uma comunicação afiada, e Otaviano não esconde que nem sempre foi fácil navegar por esse território.</p>
<h2>Parceria na vida e nos negócios</h2>
<p>A complexidade não para por aí. Os dois não são só marido e mulher em casa: são também sócios em operações e negócios. É tipo ter um colega de trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, com quem você também divide a cama e a conta do supermercado. &quot;Somos parceiros de cena em vários projetos e somos também sócios em operações, negócios. Imagina a gestão de uma série de coisas&quot;, completou ele. Um nível de coordenação que exige jogo de cintura — e uma paciência — de outro mundo.</p>
<p>Otaviano é apresentador, ator e radialista, e Flávia construiu uma carreira sólida na televisão brasileira ao longo de décadas. Duas pessoas com personalidades fortes, agendas cheias e opiniões bem formadas dividindo não só a vida pessoal, mas também projetos profissionais e sociedades: a equação poderia dar muito errado. O fato de dar certo é, segundo o próprio apresentador, resultado de trabalho consciente — não de sorte ou de um amor que simplesmente &quot;supera tudo&quot; por milagre.</p>
<h2>Bom humor como ferramenta, não como fuga</h2>
<p>Mesmo com todas as discordâncias, Otaviano garante que o bom humor é o tempero que não pode faltar para levar a vida de casado de forma mais leve. E ele não está falando de fingir que está tudo bem: está falando de usar o humor como válvula de escape real, como forma de não deixar o peso do cotidiano soterrar o que foi construído. É uma distinção importante, e diz muito sobre a maturidade com que os dois encaram a relação.</p>
<p>Os dois se conheceram em 2006, num evento de trabalho a bordo de um navio — início de história que, convenhamos, já tem uma boa dose de romance embutida. Desde então, construíram uma trajetória que combina amor, trabalho, negócio e, aparentemente, muita conversa honesta. &quot;A gente celebra e [tem] vontade de completar mais outros 20 [anos]&quot;, comemorou Otaviano. A torcida é grande para que essa gestão de personalidades continue dando certo — e que as obras, se aparecerem, sejam enfrentadas com o mesmo bom humor de sempre.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Rock in Rio 2026: o quarto dia foi uma edição de colecionador e a internet não deixou barato]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 01:27:40 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Segura essa: o quarto dia do Rock in Rio 2026 não foi só mais um dia de festival — foi o tipo de coisa que a gente conta pra neto. A internet simplesmente parou para elogiar o line…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Segura essa: o quarto dia do Rock in Rio 2026 não foi só mais um dia de festival — foi o tipo de coisa que a gente conta pra neto. A internet simplesmente parou para elogiar o lineup, e a expressão &apos;edição de colecionador&apos; virou consenso nas redes antes mesmo de o sol nascer direito. É raro que uma grade consiga agradar tanta gente ao mesmo tempo, mas quando o cardápio inclui um pianista britânico lendário, um dos maiores nomes da música brasileira de todos os tempos, o rei do suingue pagodeiro e uma banda carioca que existe há mais de quatro décadas, fica difícil reclamar.</p>
<p>Elton John abriu seu show sentado ao piano, como quem diz que não precisa de truque nenhum para encher os olhos. E não precisa mesmo. Sir Elton Hercules John — sim, esse é o nome completo do homem — é pianista, cantor, compositor, produtor e filantropo britânico com uma carreira que começou oficialmente em 1969, quando lançou seu primeiro álbum, &apos;Empty Sky&apos;. Foi no álbum seguinte, autointitulado, de 1970, que ele explodiu para o mundo com &apos;Your Song&apos; e nunca mais parou. Desde então, acumulou mais de 300 milhões de discos vendidos, tornando-se um dos músicos de maior sucesso da história. Cinco Grammys, cinco Brit Awards, dois Oscars, dois Globos de Ouro, um Tony, um Disney Legends e o Kennedy Center Honors: a prateleira de troféus do homem é literalmente maior do que a maioria dos apartamentos de São Paulo. E em 2024, ele foi além de tudo isso ao atingir o status de EGOT — conquistado quando um artista leva Emmy, Grammy, Oscar e Tony. O Emmy veio pelo documentário &apos;Elton John Live: Farewell From Dodger Stadium&apos;. Tem gente que leva uma vida inteira tentando ganhar um desses. Ele pegou os quatro. Ah, e &apos;Candle in the Wind&apos;, a canção reescrita em 1997 em homenagem à princesa Diana, vendeu mais de 33 milhões de cópias e entrou para o Guinness World Records como o single mais vendido da história. Normal.</p>
<p>Do lado brasileiro, Gilberto Gil trouxe mais de seis décadas de carreira para o palco — e isso não é força de expressão. Gilberto Passos Gil Moreira é compositor, músico, cantor, político e escritor, com uma trajetória que atravessa gerações, movimentos culturais e até cargos ministeriais. Vencedor de Grammy Awards e Grammy Latino, condecorado pelo governo francês com a Ordem Nacional do Mérito em 1997 e nomeado &apos;Artista pela Paz&apos; pela UNESCO em 1999, Gil é o tipo de artista que não precisa de apresentação, mas que merece uma toda vez assim mesmo. No palco do Rock in Rio 2026, ele deixou um tom de despedida no ar, sugerindo que talvez aquele fosse o seu último Rock in Rio. Se foi ou não foi, a plateia estava completamente presente para registrar cada segundo de uma carreira que mudou a música brasileira para sempre.</p>
<p>Péricles chegou com o suingue intacto e entregou o que o público esperava: aquela energia que mistura samba, festa e emoção sem deixar ninguém parado. E a Roupa Nova — banda carioca fundada no Rio de Janeiro em 1980, ativa até hoje com a formação composta por Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando, Serginho Herval e Fábio Nestares — provou mais uma vez que algumas músicas simplesmente não envelhecem. A banda carrega uma história longa e, às vezes, emocionalmente pesada: o vocalista e percussionista original Paulinho faleceu em dezembro de 2020, e Fábio Nestares assumiu seu lugar na formação. Décadas depois de fundada, a Roupa Nova segue firme, levando para o palco um repertório que une pelo menos duas gerações na mesma plateia.</p>
<p>Entre um show e outro, o festival também entregou seus momentos de pura alegria: Luísa Sonza cantou ao lado de Roberto Menescal, Xamã dividiu o palco com Zeca Veloso, a bailarina Ingrid Silva fez participação especial com Jon Batiste, e Laufey emocionou o público cantando em português e soltando um &apos;eu te amo&apos; que derreteu até os mais céticos. Foi um buffet musical completo, com todos os temperos — e a galera saiu de lá com o coração cheio e a playlist precisando de atualização urgente.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Teia de aranha e muito amor: Zé Felipe e Virginia Fonseca celebram os 2 anos do filho com festão temático]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 00:31:19 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Celebridades]]></category>
      <description><![CDATA[Goiânia parou na última segunda-feira (7) para um evento que já tem ares de feriado regional não oficial: o aniversário de José Leonardo, filho caçula de Zé Felipe e Virginia Fonse…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Goiânia parou na última segunda-feira (7) para um evento que já tem ares de feriado regional não oficial: o aniversário de José Leonardo, filho caçula de Zé Felipe e Virginia Fonseca. O pequeno completou 2 anos com uma comemoração antecipada que reuniu os pais para fazer a alegria do aniversariante — e, consequentemente, a de alguns milhões de pessoas que acompanham cada passo dessa família.</p>
<p>O tema escolhido para a festa foi Homem-Aranha, e a decoração entrou no clima com a seriedade que o assunto merece: do bolo às lembrancinhas, tudo dentro do universo do herói. As fotos já circulam com aquela energia de produção que só essa família consegue entregar numa celebração de aniversário infantil. O José Leonardo, claro, foi o protagonista absoluto da noite — e o carinho dos pais concentrado nele foi o tipo de cena que derrete até o coração mais entorpecido pelo feed.</p>
<h2>Um reencontro que a internet não deixou passar</h2>
<p>Mas vamos ser honestos: se o Homem-Aranha foi o tema oficial, o reencontro de Zé Felipe e Virginia foi o espetáculo paralelo. Ver os dois juntos, sorrindo, celebrando o filho — isso tem um peso diferente para quem acompanha a trajetória do casal. E a internet, fiel ao seu papel histórico de não deixar nada passar em branco, registrou, comentou e amplificou cada detalhe.</p>
<p>Para quem por algum milagre ainda não conhece os envolvidos: Virginia Fonseca é apresentadora, empresária e influenciadora digital brasilo-americana que transformou a própria vida em conteúdo e acumula uma audiência que muita emissora de TV gostaria de ter. Zé Felipe, de 28 anos, é cantor e arrasta multidões com seus shows. Ela tem 27. Juntos, formam um dos casais mais acompanhados do país — cada evento é um espetáculo, cada aparição conjunta rende manchete.</p>
<h2>Festa íntima que, convenhamos, íntima não é</h2>
<p>A vida de Virginia e Zé Felipe é um livro aberto com notificações push ativadas. Eles sabem como poucos transformar momentos pessoais em entretenimento de primeira linha — e um aniversário de filho, nesse contexto, não é só uma festa. É uma produção, um evento que gera engajamento e muito burburinho. É também a chance de mostrar que a família segue unida e celebrando as datas que importam, independentemente de qualquer coisa.</p>
<p>A festa do José Leonardo é mais uma prova de que essa turma sabe dominar a cena, seja nas paradas musicais, nos lançamentos de negócios ou nas comemorações que chamam de íntimas — mas que, convenhamos, de íntimas não têm absolutamente nada. E tudo bem. É exatamente esse o contrato.</p>
<p>No final das contas, o que fica é a alegria de um menino completando 2 anos rodeado pelos pais e por uma decoração que faria qualquer criança surtar de felicidade. O Homem-Aranha nunca esteve tão bem representado em Goiânia. Qual será o tema do ano que vem? A gente já está especulando.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[A noite de North West em Chicago: show solo com Kim e Kanye na plateia]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 23:11:36 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[North West pode ser uma nepo baby assumida, mas tá mostrando que tem talento de sobra pra brilhar com a própria luz. Aos treze anos, a guria já não é mais só a filha dos famosos qu…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>North West pode ser uma nepo baby assumida, mas tá mostrando que tem talento de sobra pra brilhar com a própria luz. Aos treze anos, a guria já não é mais só a filha dos famosos que cresceu sob os holofotes do reality. Ela tá investindo pesado na carreira musical — e com um currículo que envergonha muita gente mais velha: já emplacou música na Billboard Hot 100, dublou personagem em PAW Patrol: The Mighty Movie, cantou no Hollywood Bowl no evento dos 30 anos de O Rei Leão, apareceu em faixas com FKA Twigs e ao lado da irmã Chicago no álbum Vultures 2 do pai. Isso sem contar o EP N0rth4evr, lançado em maio. Ou seja: essa menina não tá pra brincadeira.</p>
<h2>O palco é dela!</h2>
<p>A prova definitiva de que a North chegou com tudo veio direto de Chicago, onde ela fez seu primeiríssimo show solo como atração principal. O The Vic Theatre, no bairro de Lakeview, foi o cenário dessa noite histórica, que rolou no dia 5 de setembro. Não foi só mais uma participaçãozinha ou uma aparição especial ao lado do pai — dessa vez, o palco era todo dela, o setlist era dela, e a responsabilidade de segurar a noite era dela.</p>
<p>O timing tem uma história por trás. Esse show solo veio depois que a Kimokawaii Tour, que a North faria em agosto com a rapper Molly Santana, foi cancelada. Em vez de recolher o rabo entre as pernas e sumir dos holofotes, a jovem artista virou o jogo: organizou um show próprio e entregou uma noite que comprovou que ela veio pra ficar. Resiliência não é pouca coisa aos 13 anos.</p>
<p>E o local carregava um peso simbólico enorme. Chicago é a cidade onde Kanye West cresceu, onde ele forjou sua identidade artística e onde escreveu boa parte da sua história no hip-hop. North não subiu em qualquer palco — subiu num palco que ecoa a herança do pai. Mas com um detalhe importante: dessa vez, ela não era a convidada especial de ninguém.</p>
<h2>Divorciados, mas unidos pela filha</h2>
<p>Um evento desses não podia passar batido pelos pais. Kim Kardashian e Kanye West, mesmo depois de terem seguido caminhos bem diferentes — Kim deu entrada no pedido de divórcio em 2021 e a separação foi oficializada em 2022 — fizeram questão de estar lá pra prestigiar a North. Os dois têm quatro filhos juntos: North, Saint, Chicago e Psalm. E se tem uma coisa que parece unir o ex-casal, é o apoio aos filhos.</p>
<p>A cena no The Vic Theatre dizia tudo sem precisar de legenda. Kim e Kanye assistiram à filha de pontos diferentes do teatro — cada um no seu canto, mas com os olhos grudados no palco. Kim, toda orgulhosa, fez questão de compartilhar cada momento nos Stories do Instagram, filmando a performance da filha e registrando a plateia em êxtase. Já Kanye foi flagrado balançando a cabeça no ritmo da música e também registrando tudo no celular. Puro suco de pais babões, cada um à sua maneira, mas no mesmo barco do amor pela filha.</p>
<h2>Construindo um legado próprio</h2>
<p>Pra quem acompanha a trajetória da North, a evolução é clara e rápida. Em fevereiro de 2024, ela apareceu no single &quot;Talking / Once Again&quot; do grupo ¥$, que chegou à posição 30 na Billboard Hot 100 — uma estreia impressionante. Em abril deste ano, ela e Kanye subiram juntos no SoFi Stadium, em Los Angeles, interpretando &quot;Talking&quot; e &quot;Piercing on My Hand&quot;. Ali, ela ainda era a convidada especial do pai.</p>
<p>Depois veio a estreia em festival de peso, o Rolling Loud em Orlando, na Flórida, em maio — poucos dias após o lançamento do EP N0rth4evr. E agora, com o primeiro show solo como headliner em Chicago, ela deixa claro que os próximos passos são dela pra definir, não da sombra de ninguém.</p>
<p>Não é fácil carregar um sobrenome assim, com toda a expectativa e o escrutínio que vêm junto. Mas a North tá se arriscando, explorando sua musicalidade e provando que tem carisma pra conquistar seu próprio espaço. Essa noite em Chicago foi um marco. Não era mais a filha do Kanye no palco — era a North West, a artista que tá começando a deixar sua própria marca. Próximo passo dessa estrela em ascensão? A gente aguarda com interesse.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Selena Gomez de maiô branco? Ela quebrou o tabu e mostrou que é o look do verão]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 23:09:37 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Moda]]></category>
      <description><![CDATA[Preparem-se, porque a Selena Gomez acabou de dar um tapa na cara da sociedade fashionista! A diva pop, atriz e empresária resolveu encarar o maior pavor de quem ama praia e piscina…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Preparem-se, porque a Selena Gomez acabou de dar um tapa na cara da sociedade fashionista! A diva pop, atriz e empresária resolveu encarar o maior pavor de quem ama praia e piscina: o maiô branco. E, claro, ela não só encarou como destruiu qualquer tabu, provando que o que antes era considerado impossível agora é sinônimo de puro estilo.</p>
<p>Pra quem vive na caverna e não conhece a Selena Marie Gomez: ela é tipo a rainha da autenticidade. Desde os tempos de Os Feiticeiros de Waverly Place até os hits de hoje e o império da Rare Beauty, ela sempre foi a voz de uma geração que valoriza ser real. E no mundo da moda, não é diferente. Selena não tem medo de experimentar, de mostrar seu corpo como ele é, e isso a tornou uma inspiração pra milhões de mulheres que buscam se expressar sem se prender a padrões. Sua elegância natural faz com que cada aparição vire um evento, transformando até os momentos mais simples em aulas de estilo acessível e de bom gosto.</p>
<h2>O terror do maiô branco: por que a gente fugia?</h2>
<p>Vamos ser honestas: o maiô branco sempre teve uma reputação meio complicada. Quem nunca ouviu a lenda de que ficava transparente quando molhava? Ou que marcava até a alma? A gente morria de medo de pagar mico na beira da piscina, com todos os olhares (imaginários ou não) julgando cada dobra, cada detalhe. Por isso, pra muita gente, ele era item proibido no guarda-roupa de verão, reservado para as modelos de revista ou para quem tinha coragem de sobra. Mas a Selena… ah, a Selena!</p>
<h2>Selena chega chegando e vira o jogo</h2>
<p>Eis que a nossa musa, com a naturalidade de quem só queria curtir um dia de sol, jogou a foto dela no Instagram. Um maiô off-white impecável, sem firulas, só a beleza e a confiança dela. A internet, claro, parou! Ela provou, com muita autoconfiança, que longe dos estereótipos e tabus, com a abordagem certa e os elementos de styling adequados, essa peça difícil pode se transformar no símbolo máximo de sofisticação e charme de verão. Com atitude e estilo, o maiô branco não é só usável — ele é chique, elegante e super cool.</p>
<p>Na foto, Selena aparece com o maiô off-white deslumbrante, realçando sua beleza natural. Pra dar aquele toque especial e fugir da monotonia, ela combinou com óculos de sol de lente marrom transparente e detalhes dourados, dando uma vibe retrô moderna. Além disso, ela adicionou detalhes dourados no cabelo, que deram um ar chique e arrumadinho ao look de praia.</p>
<h2>Dicas de estilo pra você arrasar na vibe Selena</h2>
<p>Ok, se a Selena conseguiu, a gente também consegue, né? A primeira coisa é investir em um maiô de qualidade, com tecido bom e, principalmente, forro duplo — essencial pra evitar surpresas e dar aquela segurança que a gente precisa dentro e fora da água. Fique atenta ao corte também: um modelo que valorize o seu corpo é meio caminho andado.</p>
<p>E os acessórios? Joias douradas ficam incríveis no fundo branco e realçam o bronzeado (ou o que a gente tenta ter!). Pra um toque boho-chic que a gente ama, jogue um chapéu ou uma bolsa de ráfia. E que tal um lenço de seda estampado no cabelo ou amarrado na cintura? É instantaneamente chique e divertido, e você pode brincar com cores e estampas à vontade.</p>
<p>No fim das contas, a Selena Gomez não só usou um maiô branco — ela usou a plataforma dela pra nos lembrar que moda é sobre se sentir bem, confiante e autêntica. E quebrar tabus é sempre mais divertido, né? Bora tirar aquele maiô branco do armário, miga? A Selena já deu a letra, agora é a sua vez de arrasar!</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Drake quebra o próprio recorde e prova que 'ICEMAN' é seu maior álbum nas paradas R&B/Hip-Hop]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 22:16:26 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[Se tem uma coisa que o Drake sabe fazer com consistência perturbadora, é dominar as paradas musicais e quebrar os próprios recordes antes que alguém sequer perceba que eles existia…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que o Drake sabe fazer com consistência perturbadora, é dominar as paradas musicais e quebrar os próprios recordes antes que alguém sequer perceba que eles existiam. E, pra variar, ele fez de novo.</p>
<p>O álbum ICEMAN permaneceu por 13 semanas consecutivas na primeira posição do Top R&amp;B/Hip-Hop Albums da Billboard, desbancando nada menos que Take Care — o disco de 2011 que tinha segurado o posto por 12 semanas e que, pra muitos fãs, é sinônimo da fase áurea do rapper. Sim, gente: ele bateu o próprio recorde com o próprio álbum. Não tem muito o que acrescentar a isso, exceto aplausos.</p>
<p>Na semana de 21 a 27 de agosto, ICEMAN acumulou 41.000 unidades de álbum equivalentes nos Estados Unidos. Houve uma pequena queda de 6% em relação à semana anterior, mas isso não chegou perto de ameaçar a liderança: o disco terminou o período com uma folga confortável de 10.000 unidades em relação ao segundo colocado, que foi nada menos que Thriller, do Michael Jackson. A concorrência é lendária. O resultado, porém, não deixou dúvidas sobre quem manda.</p>
<p>Pra entender a dimensão do que ICEMAN representa dentro da própria carreira do Drake, vale olhar para os números da fila: For All the Dogs ficou 11 semanas no topo desse chart, e Certified Lover Boy chegou a 10. São álbuns que qualquer artista estamparia como conquista de vida inteira. No universo do Drake, eles aparecem logo atrás do novo campeão. É o tipo de contexto que ajuda a entender por que os números do ICEMAN são tão absurdos.</p>
<p>Com esse resultado, o álbum se torna o 17º número 1 do Drake no Top R&amp;B/Hip-Hop Albums — uma marca que o coloca ao lado de The Temptations e Future no topo da lista histórica do chart. Estamos falando, literalmente, de história da música sendo feita em tempo real, sem exagero.</p>
<p>E o domínio não fica só no álbum em si. O projeto também emplacou duas músicas na primeira posição do Hot R&amp;B/Hip-Hop Songs: What Did I Miss? e Janice STFU se tornaram o 31º e o 32º número 1 do Drake nessa parada, respectivamente. Janice STFU foi ainda mais longe e ficou sete semanas no topo — o tipo de permanência que transforma uma faixa em marca cultural. Cada parte do projeto fez o seu próprio trabalho.</p>
<p>Além das paradas de R&amp;B e hip-hop, ICEMAN também está na 13ª semana consecutiva no topo do Top Rap Albums e ocupa o nono lugar da Billboard 200, que abrange todos os gêneros musicais. O álbum, lançado pela OVO Sound/Republic, está presente em praticamente todas as frentes das paradas americanas — e segurando posições que outros artistas sequer sonham em alcançar.</p>
<p>Para o Drake, cada lançamento parece ser menos um álbum e mais uma oportunidade de elevar o próprio patamar. ICEMAN não é exceção: é mais um capítulo numa carreira que já tem mais recordes do que a maioria dos artistas tem músicas. O trono do Drizzy segue intacto — e a questão já não é se ele vai quebrar o próximo recorde, mas quando.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Rihanna lacra (de novo!) em campanha da Savage X Fenty e mostra quem manda]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 22:14:51 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
      <description><![CDATA[Se tem alguém que sabe como dominar o feed e virar assunto sem nem precisar se esforçar muito, essa pessoa é a Rihanna. A superstar incendiou as redes sociais mais uma vez com a no…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se tem alguém que sabe como dominar o feed e virar assunto sem nem precisar se esforçar muito, essa pessoa é a Rihanna. A superstar incendiou as redes sociais mais uma vez com a nova campanha da sua marca de lingerie, a Savage X Fenty. Em poucas horas, as fotos viralizaram, e o que não faltou foi a galera pirando com a confiança, o estilo e a atitude da artista — que, convenhamos, nunca decepcionou nesse departamento.</p>
<p>Não é novidade que a Rihanna transforma cada aparição em um evento global, e dessa vez não foi diferente. Ela posou com um body revelador da nova coleção, provando que continua sendo uma das personalidades mais influentes da cultura pop mundial. E o detalhe que muita gente comentou: mesmo depois de dar à luz seu terceiro filho há cerca de um ano, ela está mais segura e poderosa do que nunca — e cada foto é uma prova viva disso. Não é arrogância, é convicção. E a diferença aparece na imagem.</p>
<p>Curves Ahead: Rihanna mandando o recado</p>
<p>A grande sacada dessa campanha não foi só o look da Rihanna, mas todo o conceito por trás das fotos. Com autoconfiança de sobra e um toque de humor que é só dela, a artista apresentou a nova linha de lingerie e, claro, conquistou todo mundo de novo. A legenda que ela usou no post foi simples, mas certeira: Even outside there are rules — ou seja, mesmo lá fora existem regras. E a gente já sabe: as regras da Rihanna têm um jeito próprio de funcionar.</p>
<p>Mas o que realmente fez a galera ir à loucura foi um detalhe visual: ela apareceu segurando uma placa que dizia &quot;Curves Ahead&quot; — algo como &quot;Curvas Adiante&quot;. O trocadilho com sinalização de trânsito virou meme instantâneo e deixou todo mundo comentando como a cantora consegue, a cada nova coleção, inovar e apresentar um trabalho cheio de personalidade. A brincadeira funcionou porque não é forçada — é exatamente o tipo de humor despojado que combina com o posicionamento da marca. Afinal, quem melhor do que ela pra ser a embaixadora da própria Savage X Fenty?</p>
<p>Savage X Fenty: muito mais do que lingerie</p>
<p>Nos últimos anos, a Savage X Fenty mudou completamente o jogo no universo da lingerie. A marca não é só sobre peças bonitas; é sobre celebrar a diversidade, promover a autoestima e o body positivity — a ideia de que todo corpo merece ser visto, celebrado e bem vestido. Isso, em um setor que por décadas apostou em um único padrão estético, fez uma diferença real na conversa sobre moda e representatividade.</p>
<p>A Rihanna continua sendo o rosto principal da maioria das campanhas, e isso diz muito. Não é só uma escolha de marketing: ela incorpora os valores que a marca quer comunicar, e o público percebe isso. Cada nova coleção que chega vem acompanhada de imagens que rapidamente viram febre na internet, com os fãs sempre na expectativa para ver qual será o próximo fashion statement que ela vai apresentar.</p>
<p>A verdade é que a Rihanna já provou várias vezes que não segue tendências — ela as cria. Essa nova sessão de fotos é a mistura de moda, autoconfiança e bom humor que já virou a assinatura dela. Não é à toa que em poucas horas as imagens rodaram o mundo e foram inundadas de comentários de admiração. Quando a Rihanna posta, o Instagram dificilmente fica indiferente. E a gente ama cada segundo disso.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Ana Clara canta Djavan no Estrelas da Casa e Blogueirinha dispara: "Nota dó!"]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 22:13:07 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Vocais e línguas bem afiados marcaram o mais recente episódio do Fora do Tom, quadro do reality Estrelas da Casa. Ana Clara decidiu soltar a voz em Lilás, grande clássico de Djavan…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Vocais e línguas bem afiados marcaram o mais recente episódio do Fora do Tom, quadro do reality Estrelas da Casa. Ana Clara decidiu soltar a voz em Lilás, grande clássico de Djavan, ao lado das cantoras do Pop Cinara, Emma, Paula Tavares e Tori. A performance prometia emoção — e entregou, só que de um jeito que ninguém esperava.</p>
<p>Logo depois da apresentação, Blogueirinha assumiu o papel de jurada e não perdeu tempo. Com aquele sarcasmo que a gente tanto ama, ela elogiou com uma mão e aplicou o golpe com a outra, entregando seu veredito: uma categórica nota dó. Clássico.</p>
<p>Convenhamos: Djavan é um desafio e tanto, até para quem já tem a voz afiada de fábrica. A gente adora ver Ana Clara se arriscando, mas ninguém disse que ia sair ilesa do tribunal da Blogueirinha. Ninguém nunca sai.</p>
<h2>O palco das revelações (e das desafinações)</h2>
<p>O Estrelas da Casa é o reality musical da TV Globo que mistura competição, convivência em confinamento e aquela tensão boa de quem sabe que pode ir embora na próxima semana. Ana Clara comanda o programa, e o Fora do Tom é o espaço onde a dinâmica ganha um tempero a mais — hora de ver quem aguenta a pressão, a câmera e a Blogueirinha ao mesmo tempo.</p>
<p>Além dos vocais, o episódio ainda trouxe a dinâmica do Eu Já, que colocou os grupos de Pop e Pagode para fazerem altas revelações. Teve confissão amorosa e até uma tretinha que agitou a casa. Ou seja, música, babado e Blogueirinha no comando: a receita perfeita.</p>
<p>Fica a pergunta que não quer calar: Ana Clara vai insistir na carreira musical depois dessa, ou a nota dó foi o ponto final da aventura? De qualquer forma, a Blogueirinha já entrou para a história como a jurada mais honesta do pedaço — com ou sem afinação.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[O truque de make de Hailey Bieber e Kendall Jenner que viralizou]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 21:10:07 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
      <description><![CDATA[Se você já se perguntou como Hailey Bieber, Kendall Jenner e Jennifer Lopez conseguem aquela pele com contorno impecável e iluminado que parece natural, seus problemas acabaram. A …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se você já se perguntou como Hailey Bieber, Kendall Jenner e Jennifer Lopez conseguem aquela pele com contorno impecável e iluminado que parece natural, seus problemas acabaram. A maquiadora por trás desses rostos icônicos, Mary Phillips, jogou a real no TikTok e revelou um truque que vai te fazer questionar tudo o que você sabia sobre maquiagem.</p>
<h2>Mary Phillips: a mulher por trás do glow hollywoodiano</h2>
<p>Não é qualquer uma que consegue deixar Hailey Bieber, Kendall Jenner e Jennifer Lopez com aquele glow de tapete vermelho que a gente baba. Mary Phillips é a maquiadora por trás de muitos dos looks mais polidos de Hollywood — daqueles que fazem a internet parar pra copiar. Cada vez que ela solta um truque, o mundo da beleza entra em alvoroço. E desta vez não foi diferente.</p>
<p>Para entender o tamanho do trio que confia no trabalho dela, vale saber com quem estamos falando. Hailey Bieber é modelo, influenciadora e empresária, filha do ator Stephen Baldwin e neta do músico brasileiro Eumir Deodato. Ela já estampou mais de quatorze capas da Vogue e desfilou para grifes como Versace, Bottega Veneta e Moschino — e mesmo com toda essa bagagem, não abre mão de deixar sua pele nas mãos de Phillips. Kendall Jenner, por sua vez, é uma das modelos mais reconhecidas de sua geração: saiu de um reality show exibido por quase quinze anos para conquistar o mercado da moda de alto padrão no mundo inteiro. Já Jennifer Lopez — a J.Lo — dispensa apresentações, mas a gente faz mesmo assim: cantora, atriz, dançarina e empresária, ela é considerada uma das artistas americanas mais influentes do seu tempo, conhecida por quebrar barreiras para latinos em Hollywood e por redefinir padrões de beleza na cultura pop. Ter as três na mesma cartela de clientes já diz tudo sobre o nível da Mary Phillips.</p>
<h2>O segredo que a gente estava fazendo ao contrário</h2>
<p>A lógica clássica que aprendemos — e que a maioria das tutoriais na internet repete — é sempre a mesma: primeiro a base, depois o corretivo, o blush e, por último, o contorno. Parece intuitivo, né? Você uniformiza a pele e aí esculpe por cima. Só que Mary Phillips é exatamente o tipo de profissional que questiona o que parece óbvio — e os resultados nos rostos de três das mulheres mais fotografadas do planeta sugerem que ela está certa e a gente estava errado esse tempo todo.</p>
<p>Em um vídeo recente que explodiu no TikTok, ela revelou que inverte completamente a ordem dos produtos. Antes de qualquer coisa, ela pega o bastão de contorno e aplica direto na pele limpa, criando as sombras e definindo a estrutura do rosto — esculpindo tudo antes mesmo de pensar em uniformizar a pele. Depois vem o iluminador, construindo os pontos de luz nos lugares estratégicos. Só então, por último, entra a base — não para começar o processo, mas para finalizá-lo, amarrando o resultado e criando uma aparência mais natural e coesa.</p>
<h2>A lógica por trás do efeito pele perfeita</h2>
<p>A própria Mary Phillips explica a técnica com uma imagem que faz sentido na hora: é como se você desenhasse os ossos do rosto primeiro e a pele depois. O contorno e o iluminador formam a arquitetura — definem a profundidade e o brilho que vão dar estrutura ao look. A base, que a gente sempre achou que era o ponto de partida obrigatório, é na verdade o toque final que uniformiza tudo. Funciona como um véu que une os elementos e suaviza as transições, fazendo com que as sombras e os brilhos pareçam que vêm de dentro da pele, e não aplicados por cima.</p>
<p>O resultado é aquele efeito de pele definida mas sem sensação de maquiagem pesada — exatamente o que a gente vê nos looks de tapete vermelho que parecem &quot;pele boa&quot; mas são, na verdade, maquiagem impecavelmente aplicada. A técnica já conquistou uma legião de fãs de beleza que querem resultados mais profissionais feitos no espelho do banheiro mesmo, sem equipe, sem iluminação de estúdio e sem a Mary Phillips ao lado.</p>
<p>Prepare seus pincéis, porque a ordem que você conhecia acaba de ser oficialmente aposentada. Vai encarar essa inversão de prioridades?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[A guitarra do clipe de "Faith" vai a leilão e pode bater 100 mil libras]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 20:12:49 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[Se você cresceu nos anos 80 ou simplesmente tem bom gosto musical, sabe que George Michael não era só um cantor bonito com uma voz absurda. Ele era uma força criativa completa — co…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se você cresceu nos anos 80 ou simplesmente tem bom gosto musical, sabe que George Michael não era só um cantor bonito com uma voz absurda. Ele era uma força criativa completa — compositor, produtor, performer — e um dos artistas que mais venderam discos na história da música. Essa reputação não caiu do céu: foi construída tijolo por tijolo, e um dos momentos mais decisivos dessa construção aconteceu em 1987, quando ele lançou o álbum &apos;Faith&apos; e apresentou ao mundo uma versão de si mesmo que ninguém esperava.</p>
<p>Antes disso, ele tinha conquistado uma geração inteira ao lado de Andrew Ridgeley no Wham!, a dupla britânica que dominava as rádios e os corações nos anos de chumbo pop da década. Mas havia um teto implícito em ser metade de uma boyband dançante, por mais bem-sucedida que ela fosse. George Michael enxergou esse teto, decidiu furar e mandou ver sozinho. O resultado foi &apos;Faith&apos; — um álbum que vendeu mais de 25 milhões de cópias no mundo todo e que até hoje é referência quando se fala em reinvenção artística bem-feita.</p>
<h2>A guitarra que não é só uma guitarra</h2>
<p>O clipe de &apos;Faith&apos; foi o cartão de visita desse novo George Michael. Naqueles poucos minutos de vídeo, ele apareceu de jaqueta de couro, óculos aviador e com uma guitarra nas mãos — uma imagem tão precisa e tão calculada que virou ícone instantâneo. Não era só um visual bonito; era uma declaração. Ele estava dizendo, sem palavras, que havia chegado como artista solo, que tinha atitude, que tinha estilo próprio, e que a fase Wham! era um capítulo encerrado com chave de ouro.</p>
<p>Pois bem: essa guitarra — aquela guitarra, a do clipe — vai a leilão no dia 29 de outubro, pela casa Swords, com estimativa de até 100 mil libras. É um número que faz a gente piscar duas vezes, mas faz todo o sentido quando você para para pensar no que o objeto representa. Não estamos falando de um instrumento qualquer tirado de um depósito. Estamos falando de um artefato físico que esteve no centro de um dos momentos mais importantes da carreira de um dos maiores artistas pop de todos os tempos — alguém que, aliás, foi introduzido no Hall da Fama do Rock and Roll em 2023. Isso eleva qualquer guitarra a uma outra categoria de existência.</p>
<h2>O leilão vai além da guitarra</h2>
<p>A guitarra é a estrela, mas ela não vai ao leilão sozinha. O evento da casa Swords também vai incluir outros objetos pessoais da coleção de Siobhan Bailey, que foi assistente pessoal de George Michael. Bailey nos deixou em 2014, e os itens que ela guardou ao longo dos anos com o artista agora chegam ao mercado de colecionadores.</p>
<p>Entre as peças, há programas de turnês e materiais relacionados à histórica visita do Wham! à China em 1985 — um evento que, na época, foi um feito inédito para artistas ocidentais e até hoje é lembrado como um marco cultural. Esses itens mais acessíveis devem sair por valores entre 300 e 600 libras, que perto da guitarra parecem troco, mas ainda representam uma porta de entrada real para quem quer um pedacinho concreto dessa história sem precisar empenhar o apartamento.</p>
<p>No fim, o que esse leilão mostra é que o legado de George Michael continua vivo de um jeito muito tangível. Seus objetos viram ícones porque ele virou ícone — e a guitarra de &apos;Faith&apos; é talvez o símbolo mais perfeito disso: um instrumento que, numa tarde de 1987, ajudou a lançar uma das maiores carreiras solos da história do pop. Quem for o sortudo (e abastado) arrematante vai levar para casa não só madeira e cordas, mas um pedaço de uma época que a música ainda não esqueceu.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Ufa! Lionel Richie recebe alta do hospital e já está de volta pra casa]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 19:13:28 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Pode respirar fundo, galera. Lionel Richie recebeu alta do hospital e já está de volta ao aconchego do seu lar em Los Angeles. A lenda de 77 anos está muito bem — e essa é a única …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Pode respirar fundo, galera. Lionel Richie recebeu alta do hospital e já está de volta ao aconchego do seu lar em Los Angeles. A lenda de 77 anos está muito bem — e essa é a única notícia que importava ouvir.</p>
<h2>O susto em St. Louis</h2>
<p>A preocupação começou depois de um show em St. Louis, no dia 29 de agosto. Richie foi levado preventivamente ao hospital para uma série de exames cardiológicos e chegou a passar pela UTI para realizá-los. O que deixou os fãs ainda mais apreensivos foi o que tinha rolado no palco momentos antes: durante a apresentação, enquanto cantava All Night Long — a música que dá nome à turnê, aquela que a gente não consegue não cantar junto —, ele pediu uma cadeira e terminou o show sentado. Imagina a cena: o cara que faz a plateia inteira ficar de pé, ali sentado no palco. Os alarmes dispararam na cabeça de todo mundo que estava assistindo.</p>
<p>A boa notícia chegou logo depois: segundo informações divulgadas pela imprensa, o estado de saúde dele é bom e o próprio Richie &quot;está muito bem&quot;.</p>
<h2>Não foi a primeira vez nessa turnê</h2>
<p>O episódio em St. Louis, porém, não foi o único susto desta temporada. Em junho, logo no início da sua turnê Sing a Song All Night Long Tour — realizada em parceria com os Earth, Wind &amp; Fire —, Richie sentiu tontura no palco, cortou a apresentação mais cedo e adiou dois shows para se recuperar como devia. Na época, tratou a situação com a irreverência que é marca registrada dele, dizendo ao público que quando a gente sente tontura, a gente senta. Simples assim. Com classe, com humor e sem drama — mas a gente entende que manter o ritmo de uma turnê desse porte não é pouca coisa para ninguém, muito menos aos 77 anos.</p>
<p>Em julho, já recuperado, ele usou o Instagram para agradecer o carinho dos fãs e garantir que estava bem, falando com entusiasmo sobre a energia que sentiu nos shows em Pittsburgh e Detroit. Richie é daqueles artistas que leva a conexão com o público muito a sério — não é pose, é o jeito dele funcionar.</p>
<h2>Uma lenda que ainda tem muito a dar</h2>
<p>Para quem cresceu ouvindo Easy, Three Times a Lady ou Still, ver Richie em turnê em 2024 é quase uma viagem no tempo — do bom. A carreira dele começou nos anos 70, quando ainda era co-vocalista e compositor dos Commodores, grupo que ajudou a definir o som de uma geração inteira. A carreira solo que veio depois só confirmou o que todo mundo já sabia: esse homem sabe fazer música que dura.</p>
<p>Agora que ele está em casa descansando, a próxima parada já está marcada no calendário: 26 de setembro, em São Francisco. Os fãs estão contando os dias para ver essa lenda de volta ao palco. Sentado ou em pé, tanto faz — desde que seja ao vivo.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[A magia continua: Sandra Bullock dá dica enorme sobre 'Da Magia à Sedução 3']]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 19:11:34 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Cultura]]></category>
      <description><![CDATA[Sabe aquela magia que a gente achou que tinha ficado lá nos anos 90, junto com os pôsteres de filme e as fitas VHS? Pois é, ela está de volta. E parece que a bruxaria da família Ow…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquela magia que a gente achou que tinha ficado lá nos anos 90, junto com os pôsteres de filme e as fitas VHS? Pois é, ela está de volta. E parece que a bruxaria da família Owens vai durar mais do que qualquer maldição do amor — com direito a herança, nova geração e tudo mais.</p>
<p>Sandra Bullock, a eterna Sally Owens, deu um gostinho do que pode vir por aí: um terceiro filme de Da Magia à Sedução, onde a geração mais nova de feiticeiras assume o controle. A declaração foi feita ao Vanity Fair, e é exatamente o tipo de coisa que você lê, coloca o celular para baixo e fica olhando para o teto por uns três minutos.</p>
<h2>O retorno das bruxas mais amadas do cinema</h2>
<p>Antes de falar no terceiro filme, vale lembrar de onde tudo começou. O original de 1998 colocou Sandra Bullock e Nicole Kidman como as irmãs Owens — duas bruxas tentando levar uma vida normal em uma cidade que as temia. Dirigido por Griffin Dunne, com roteiro assinado por Akiva Goldsman, Robin Swicord e Adam Brooks, o filme foi baseado no romance de Alice Hoffman e virou cult ao longo das décadas. Bullock já era uma força em Hollywood naquela época, tendo estrelado sucessos como Speed e Miss Congeniality, mas Da Magia à Sedução tem um lugar especial no coração do público — o tipo de filme que passa na televisão e todo mundo para tudo para assistir.</p>
<p>Quase três décadas depois, Bullock e Kidman estão de volta como as irmãs Owens, prontas para mais confusões mágicas. Da Magia à Sedução 2 tem estreia prevista para 10 de setembro de 2026 e traz de volta também a dupla de tias maravilhosamente excêntricas, interpretadas por Stockard Channing e Dianne Wiest. A direção é de Susanne Bier, e o roteiro conta com Akiva Goldsman — que assinou o primeiro filme — e Georgia Pritchett. Bullock e Kidman também participam da produção.</p>
<h2>Nova geração, mesma maldição</h2>
<p>A grande sacada dessa sequência é a introdução de uma nova geração de bruxas: as filhas da personagem de Bullock, vividas por Joey King e Maisie Williams. As duas herdaram a magia da família Owens, mas ainda não entenderam toda a força que têm — e muito menos a famosa maldição que assombra o amor na vida das mulheres da família. É exatamente o tipo de conflito que faz uma franquia funcionar: personagens novos com peso emocional construído ao longo de décadas.</p>
<p>Bullock já adiantou que mesmo quem nunca assistiu ao primeiro filme vai conseguir acompanhar a história. Mas os fãs antigos podem esperar referências e detalhes nostálgicos de sobra. É tipo abraçar o passado com uma mão e acenar para o futuro com a outra — enquanto prepara uma poção no meio-tempo.</p>
<h2>O bastão da magia vai ser passado!</h2>
<p>E é aí que entra a declaração que ninguém esperava — ou melhor, que todo mundo queria ouvir. Em entrevista ao Vanity Fair, Bullock foi direta: Vamos fazer um terceiro, se isso der certo, e vamos passar o bastão para as meninas. Simples assim. Sem rodeios, sem aquele negócio de quem sabe um dia. A atriz deixou claro que a ideia não é só trazer de volta as irmãs Owens mais uma vez, mas usar o terceiro filme como uma passagem de tocha oficial para Joey King e Maisie Williams.</p>
<p>A lógica faz todo o sentido narrativo: com as filhas da personagem de Bullock já integradas à história em Da Magia à Sedução 2 — herdeiras da magia, mas ainda desinformadas sobre a maldição que carregam — o terreno para um terceiro filme já está sendo preparado agora. A franquia está, essencialmente, construindo sua próxima fase enquanto entrega a dose de nostalgia que o público pede.</p>
<p>E a Maisie Williams já entrou no clima muito antes das câmeras rolarem: durante a divulgação do filme, ela recriou alguns dos looks icônicos de red carpet de Sandra Bullock dos anos 90 e início dos anos 2000. A própria Bullock aprovou — o que, convenhamos, é o selo de qualidade mais difícil de conseguir nessa história toda.</p>
<p>Então, o que tirar de tudo isso? Da Magia à Sedução 2 não é só uma sequência: é o início planejado de uma nova era para as irmãs Owens e suas descendentes. A gente vai ficar contando os dias até setembro de 2026 e, de brinde, torcendo para que o terceiro filme apareça logo. Porque convenhamos — uma boa história de bruxas com mulheres fortes nunca sai de moda. Isso não é opinião, é quase uma lei da física.</p>]]></content:encoded>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Madonna, J.Lo e Olivia Rodrigo dão adeus ao ícone que abriu portas para todas nós]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 18:19:43 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Pode ser que o nome Gloria Steinem não seja um hit nas trends do TikTok, mas o legado dela é puro ouro. A gente está falando da jornalista, escritora e ativista que virou uma das v…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Pode ser que o nome Gloria Steinem não seja um hit nas trends do TikTok, mas o legado dela é puro ouro. A gente está falando da jornalista, escritora e ativista que virou uma das vozes mais poderosas do movimento feminista nos Estados Unidos. Ela nos deixou aos 92 anos, mas a herança que construiu continua impactando mulheres de todas as idades, em todos os cantos do mundo.</p>
<p>E se você está se perguntando por que, de repente, viu o nome dela ao lado de monstros sagrados como Madonna, Jennifer Lopez e Olivia Rodrigo, a resposta é simples: tudo o que ela fez abriu o caminho para que essas estrelas pudessem brilhar hoje. A partida de Gloria provocou uma onda gigante de emoção nas redes sociais, com celebridades de diferentes gerações compartilhando lembranças e palavras cheias de admiração.</p>
<h2>Quem foi Gloria Steinem e por que ela é tão importante?</h2>
<p>Gloria Steinem não foi apenas mais uma ativista — ela foi a ativista que ajudou a transformar a maneira como a sociedade falava sobre igualdade, direitos das mulheres e o papel delas no mundo. No final dos anos 1960 e início dos 1970, ela emergiu como uma das líderes nacionais da segunda onda do feminismo, aquela época em que as mulheres estavam se levantando para questionar tudo, desde salários desiguais até a falta de representação.</p>
<p>Em 1971, ela cofundou a icônica Ms. Magazine, uma publicação que deu voz a questões de igualdade, justiça social e direitos das mulheres. Manter-se ativa por décadas e ser reconhecida com a Medalha Presidencial da Liberdade em 2013? É pra poucos. Mesmo nos últimos anos de sua vida, Gloria continuou escrevendo, organizando ações e criando espaços de diálogo, provando que para ela a luta não tinha prazo de validade.</p>
<h2>As divas do pop e o adeus a uma lenda</h2>
<p>A Madonna foi uma das primeiras a demonstrar sua gratidão publicamente. Em um Story no Instagram com uma foto delas juntas, a Rainha do Pop se despediu chamando Gloria de a badass original — um jeito muito a sua cara de reconhecer o papel fundamental de Steinem em criar um mundo com mais oportunidades e voz para as mulheres.</p>
<p>Mas não foi só ela. Jennifer Lopez falou de Gloria como uma mulher dinâmica, destemida e totalmente dedicada a empoderar outras mulheres. Olivia Rodrigo escolheu homenageá-la com uma foto histórica, mostrando que a nova geração entende e valoriza a batalha travada por quem veio antes. Paris Hilton, que a encontrou num Dia Internacional da Mulher na Bolsa de Valores de Nova York, a descreveu como uma pioneira que dedicou a vida a lutar pelo direito das mulheres de ter voz, igualdade e liberdade para serem quem são. Carole King falou sobre a continuidade da luta pelas gerações mais novas, Diane Warren a agradeceu por tudo o que fez pelas mulheres, e as L7 lembraram da participação de Steinem num show de 1995 em Washington pela organização Voters for Choice, ao lado de Pearl Jam, Neil Young e outros artistas. Até a Miss Piggy entrou no tributo. Isso sim é ter influência na cultura pop.</p>
<h2>O legado que continua ecoando</h2>
<p>Gloria Steinem começou como jornalista e rapidamente se tornou conhecida pela escrita combativa e pela habilidade de trazer temas tratados como assuntos menores para o centro da conversa pública. A Ms. Magazine foi um marco. Ela se manteve ativa em pautas como direitos reprodutivos e combate à discriminação por décadas — temas que ainda são urgentes hoje.</p>
<p>Nos últimos anos, ela organizava os chamados Talking Circles, discussões na sua casa em Nova York que uniam pessoas de diferentes gerações. Ela acreditava profundamente na importância de ouvir o outro e fazer com que todos sentissem que suas vozes importavam. E é exatamente por isso que estrelas de gerações tão distintas sentiram a necessidade de se despedir dela. O legado de Gloria Steinem não está só nos livros e artigos, mas em todas as mulheres que hoje podem falar mais alto, lutar por mais e exigir ser ouvidas. A luta dela continua.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Dua Lipa bota a selva pra jogo e lacra no mix de estampas]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 18:18:33 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
      <description><![CDATA[Se tem alguém que entende de virar a cabeça com cada aparição, essa pessoa é Dua Lipa. A cantora e compositora britânica surgiu em Londres para um evento pop-up da sua linha de ski…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se tem alguém que entende de virar a cabeça com cada aparição, essa pessoa é Dua Lipa. A cantora e compositora britânica surgiu em Londres para um evento pop-up da sua linha de skincare DUA by AB, nos Selfridges, e fez o que sabe de melhor: misturar, ousar e provar que o maximalismo é a tendência que veio pra ficar.</p>
<p>Com sete Brit Awards e três Grammys no currículo, Dua já se consolidou como fenômeno musical e ícone de estilo — sempre misturando o retrô com o contemporâneo, o ousado com o sofisticado. E esse novo look? É a prova viva de que ela não segue as regras do jogo fashion. Ela as cria.</p>
<h2>Dua Lipa e o maximalismo que não pede licença</h2>
<p>Imagine borboletas, cobras e estampas de leopardo, tudo junto no mesmo look. Parece demais? Para Dua Lipa, é apenas mais um dia no escritório. Ela combinou referências animais do mundo inteiro em um único outfit e mostrou que, sim, é possível — e ainda fica muito bonito.</p>
<p>O ponto alto era um vestido midi da coleção Primavera 2026 da Kim Shui, com a parte superior floral encontrando uma estampa de asa de borboleta bastante chamativa na saia. O colarinho alto estilo qi pao, combinado com uma abertura ousada no decote estilo keyhole e uma fenda na coxa, entregou o toque poderoso e sensual que é a cara dela. Um visual com aquele ar Y2K inconfundível, onde o vintage do passado encontra as novas coleções de um jeito que pouquíssimas pessoas conseguem puxar sem parecer fantasia.</p>
<h2>Um passeio pela selva fashion</h2>
<p>Mas Dua não parou no vestido. O outfit virou uma verdadeira selva de estilo, com acessórios que contavam suas próprias histórias — e histórias boas, diga-se de passagem.</p>
<p>A clutch era coberta de estampa de leopardo e decorada com penas listradas impressionantes, adicionando textura e movimento ao conjunto. Era o tipo de bolsa que chega antes da dona no ambiente. Nos pés, a surpresa maior: botas vintage da Dior da coleção Outono 2000, um design icônico assinado por John Galliano, com acabamento que remetia à pele de jacaré, bico fino e salto agulha. Sabe aquela peça que rouba completamente a cena de tudo ao redor? Eram elas.</p>
<p>Para completar, um bracelete e brincos da linha Serpenti da Bulgari deram o toque final de cobra ao visual — fechando o círculo animal com elegância. É a prova concreta de que misturar texturas e padrões diferentes é o jeito mais certeiro de dar dimensão e profundidade ao estilo pessoal. Ela provou que dá para ter uma floresta inteira no corpo sem parecer que saiu de um safári mal planejado.</p>
<h2>A lição por trás do caos organizado</h2>
<p>O que Dua Lipa fez em Londres não foi uma mistureba aleatória de estampas — foi uma declaração de moda com método. O pattern mixing continua sendo a técnica mais eficaz para se destacar, desde que exista coerência nas cores. No look dela, os tons de azul e verde funcionaram como o elo entre todas as estampas, fazendo a aparente loucura visual se transformar em harmonia. Sem esse fio condutor cromático, seria o caos. Com ele, virou estilo.</p>
<p>E a capacidade de pegar peças vintage de arquivo — como as botas Dior de 2000 — e integrá-las a looks contemporâneos só reforça um ponto importante: identidade na moda não é sobre seguir tendências, é sobre ter um ponto de vista próprio e executá-lo com convicção. Dua Lipa tem esse ponto de vista há muito tempo. O evento nos Selfridges foi só mais uma oportunidade de lembrá-lo a todo mundo.</p>
<p>É um look para inspirar, para provocar e, quem sabe, para tentar em casa — com moderação, claro, porque nem todo mundo tem um John Galliano de 2000 no armário. Mas a lógica das cores como elo? Essa dá para roubar de graça.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Katy Perry encontrou o amor da sua vida — e o nome vai te surpreender]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 17:29:48 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Segura essa bomba, gente. A Katy Perry, aquela que já cantou sobre fogos de artifício e beijos inesperados, está de coração preenchido — e o responsável é ninguém menos que o ex-pr…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Segura essa bomba, gente. A Katy Perry, aquela que já cantou sobre fogos de artifício e beijos inesperados, está de coração preenchido — e o responsável é ninguém menos que o ex-primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau. Se você esperava essa combinação, parabéns: você tem um dom raro e merece um prêmio que a gente ainda vai inventar.</p>
<p>Mas antes de chegar no capítulo feliz, é preciso entender o que a Katy atravessou para chegar até aqui. O ano passado foi, para ela, uma dessas temporadas que a gente não deseja nem para o inimigo — e olha que estamos falando de uma das cantoras pop mais conhecidas do planeta, aquela que foi chamada de &quot;Rainha do Camp&quot; pela Vogue e construiu uma das carreiras mais reconhecíveis da música contemporânea. O sucesso no palco não blindou ninguém do que rolou nos bastidores.</p>
<h2>Um ano de desafios em cima de desafios</h2>
<p>A era do álbum &quot;143&quot; não foi exatamente um mar de rosas. As críticas pesaram, e a turnê global trouxe aquela solidão específica de quem está sempre em movimento mas nunca chega em casa de verdade. E ainda veio o término de um relacionamento de quase dez anos com Orlando Bloom. Ela mesma abriu o jogo: chorava e se sentia muito longe dos amigos durante a turnê. Quem nunca, né? Às vezes até ícones pop precisam de um abraço — e de alguém que apareça de verdade, não só nas redes sociais.</p>
<p>A vida de popstar tem glamour e tapete vermelho, sim, mas tem também noites de hotel em cidades que você mal consegue pronunciar, saudade que nenhum camarim resolve e a pressão de manter uma performance impecável enquanto o mundo lá fora segue girando sem você. A Katy viveu tudo isso ao mesmo tempo, comprimido em uma única temporada difícil.</p>
<h2>Onde o amor apareceu</h2>
<p>Foi no meio desse furacão pessoal que o destino resolveu ser criativo e mandou Justin Trudeau aparecer. O encontro aconteceu durante a Lifetimes Tour, e a cantora logo percebeu que ele seria uma pessoa importante na sua vida. Sem rodeios, ela declarou que havia encontrado o amor da sua vida. É ou não é roteiro de filme que ninguém encomendou?</p>
<p>Para quem não acompanhou a política canadense: Trudeau serviu como 23º primeiro-ministro do Canadá de 2015 a 2025, liderando o Partido Liberal por mais de uma década antes de renunciar. Ou seja, não é um cara qualquer que apareceu nos bastidores de um show — é alguém acostumado a holofotes, a pressão e a viver a vida inteira em público. Talvez seja exatamente isso que crie um terreno comum com uma popstar global.</p>
<p>Os rumores começaram depois de um jantar conjunto em Montreal. A coisa foi ficando mais séria: o ex-premier apareceu em um show dela acompanhado da filha, e as aparições públicas se espalharam por Paris e pelo Tribeca Film Festival. O nível de comprometimento do homem é de deixar qualquer um sem argumento: ele já assistiu a dez dos últimos vinte shows da turnê e conhece as letras das músicas. Ou ele é o maior fã da história, ou essa paixão é muito real — e, sinceramente, não vemos por que não pode ser as duas coisas ao mesmo tempo.</p>
<p>A Katy descreve o novo parceiro como alguém que funciona a partir do coração. E olha, quem assiste a metade de uma turnê inteira claramente não está lá só pela música.</p>
<h2>Manifestação com entrega expressa</h2>
<p>A cantora também falou sobre sua fé na manifestação. No ano passado, em meio a toda aquela turbulência, ela havia escrito as palavras &quot;True Love&quot; em uma lista de desejos — daquelas listas que a gente faz achando que é loucura e torce para o universo não ignorar. Funcionou. Com um toque político-pop que absolutamente ninguém tinha no bingo. Ela diz se sentir grata por tudo que essa nova fase trouxe, e dá para entender: quando o pedido vem de um lugar real de necessidade, a chegada pesa diferente.</p>
<p>E como boa artista, está transformando essa montanha-russa em música. O single &quot;Watch It Burn&quot;, lançado em junho, foi logo apontado como canção de término — o tipo de música que você escreve quando algo acabou e você ainda está processando os cacos. Mas a vida dela agora parece ter um novo capítulo se abrindo, com charme canadense incluso.</p>
<p>A Katy Perry sempre disse que vive a vida de um jeito que depois consegue escrever sobre ela. Se for assim, o próximo álbum tem material de sobra — e a gente está muito curioso para ouvir. Você shipa esse casal inusitado ou ainda está tentando processar a notícia?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Miley Cyrus bota o grave pra bater com o single "Bass persuades" e anuncia álbum]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 16:18:13 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[Miley Cyrus não brinca em serviço quando o assunto é dominar o cenário pop. A cantora voltou com tudo — não só para entregar música nova, mas para fazer a gente suar na pista de da…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Miley Cyrus não brinca em serviço quando o assunto é dominar o cenário pop. A cantora voltou com tudo — não só para entregar música nova, mas para fazer a gente suar na pista de dança sem pedir licença. O single &quot;Bass Persuades&quot; chegou acompanhado de um videoclipe que é exatamente a cara da Miley que a gente ama: cheio de atitude, dança intensa e aquela estética meio suja, meio grunge, que só ela sabe fazer funcionar.</p>
<p>Pra quem chegou agora: Miley Ray Cyrus é filha do cantor Billy Ray Cyrus e surgiu pro mundo como a queridinha da Disney em Hannah Montana, a série que dominou o Disney Channel de 2006 a 2011 e virou uma franquia de sucesso comercial absurdo — com trilhas sonoras que chegaram ao primeiro lugar do Billboard. Mas Miley foi um dos poucos casos em que a ex-estrela teen não ficou presa numa bolha de nostalgia: ela se reinventou, várias vezes, com uma coragem artística que poucos artistas têm. Hoje, aos 33 anos, é um ícone pop reconhecido pela evolução constante da sua imagem e da sua música.</p>
<h3>O clipe que transforma a rua em pista</h3>
<p>No videoclipe de &quot;Bass Persuades&quot;, Miley transforma uma cidade movimentada no seu próprio dance floor particular. É tipo aquele sentimento de colocar o fone de ouvido e de repente o mundo inteiro vira o seu palco — mas com coreografia elaborada, looks edgy e uma produção que leva isso a sério. A cantora desfila uma vibe pop-rock que remete à época do icônico &quot;Can&apos;t Be Tamed&quot;, mas com um toque muito mais atual e uma energia ainda mais intensa. A grandiosidade visual do clipe evoca aquela estética pop monumental de Britney Spears e Madonna, mas sem que a Miley abra mão nem um milímetro da sua identidade própria. Dá vontade de sair dançando no meio da calçada, sem cerimônia.</p>
<h3>O álbum chega em 2026, mas o hype é agora</h3>
<p>Segura a emoção: &quot;Bass Persuades&quot; não é só o título do single — é também o nome do 10º álbum de estúdio de Miley Cyrus, previsto para 18 de setembro de 2026. O single é a primeira grande prova do que está por vir, e o material é animador. Miley descreveu o título como uma referência direta ao poder que a música tem sobre a gente: aquele grave que convence o corpo a se mover, que faz a gente cantar, dançar, botar pra fora tudo o que estava guardado. Music takes hold of us, escreveu ela, explicando que quer que o álbum abraça o espectro completo das emoções — da alegria e do amor até a dor e a tristeza. É ambicioso, mas quando é que Miley não foi?</p>
<p>O disco anterior, &quot;Something Beautiful&quot;, lançado em maio de 2025, debutou na 4ª posição do Billboard 200 e deixou claro que ela continua sendo uma força com a qual o pop precisa contar. &quot;Bass Persuades&quot; chega como o próximo capítulo — e, pelo menos pelo que esse single sugere, promete ser ainda mais ousado.</p>
<h3>Hollywood Bowl: o palco da volta</h3>
<p>E pra quem já estava com saudade de ver a Miley ao vivo: ela anunciou duas apresentações especiais no Hollywood Bowl, nos dias 16 e 18 de outubro. O detalhe que torna isso ainda mais significativo é que a própria artista revelou que, apesar de ter ido muitas vezes ao espaço como espectadora, nunca havia pisado no seu palco. Los Angeles é uma parte importantíssima da sua vida, ela disse, e agora está pronta para levar a música pra casa. It&apos;s been a while, escreveu, com aquela leveza de quem sabe que o retorno vai fazer barulho. A pré-venda dos ingressos começa em 10 de setembro.</p>
<p>Com &quot;Bass Persuades&quot; já fazendo a gente mexer o corpo e o álbum no horizonte, tudo indica que Miley Cyrus está se preparando para mais um retorno marcante ao centro do pop. A rainha avisou — e a gente só quer mais batidão e atitude, por favor.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Jennifer Aniston e o boy: o que vem por aí para a rainha das comédias românticas?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:35:26 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
      <description><![CDATA[Jennifer Aniston é tipo aquela amiga que a gente ama e sempre quer saber das novidades, né? A eterna Rachel Green, que virou nossa crush universal em Friends e nos fez rir em dezen…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Jennifer Aniston é tipo aquela amiga que a gente ama e sempre quer saber das novidades, né? A eterna Rachel Green, que virou nossa crush universal em Friends e nos fez rir em dezenas de comédias românticas, vive sob os holofotes há décadas. E, claro, a vida amorosa dela sempre rende um bafafá. Agora, um ano depois de assumir o namoro com o conhecido hipnotista e life coach Jim Curtis, parece que o casal está revelando uns planos bem maduros e, talvez, surpreendentes!</p>
<p>Fontes superpróximas dos dois contaram que a relação está mais sólida do que nunca. Sabe aquele romance que vai devagar, sem pressa, mas com muita certeza? É bem a vibe deles. Os dois se aproximaram durante as férias de verão em Maiorca, e desde então têm construído algo longe do frenesi de Hollywood, priorizando a tranquilidade e o equilíbrio.</p>
<h2>Amor fora dos holofotes (e sem roteiro de filme)</h2>
<p>Vamos ser sinceros: a gente adora um drama de celeb, mas ver um casal que prefere a discrição e a calmaria é um alívio, né? Aos 57 anos, Jennifer, e Jim, aos 50, parecem ter encontrado a sintonia perfeita. Segundo os burburinhos, eles conversaram abertamente sobre o que esperam do futuro, alinhando prioridades de um jeito que funciona para a fase de vida de cada um. É tipo um papo sério de gente grande que sabe o que quer — ou melhor, o que não quer!</p>
<p>Um dos assuntos mais quentes (e que sempre rende comentários) foi a decisão sobre a família. E preparem-se: o casal já decidiu que não vai ter filhos juntos. Sim, é isso mesmo! Uma decisão super consciente e em comum acordo. Para quem acompanha a Jen, sabe que a pressão para ela ter filhos sempre foi enorme, e é legal ver ela fazendo as próprias escolhas sem se importar com a opinião alheia. Inclusive, Jim já tem um filho adolescente, o Aidan, do seu casamento anterior com Rachel Napolitano, e parece que a Jennifer se dá super bem com o garoto. Família moderna é assim!</p>
<h2>Sem pressa para o sim: curtindo a jornada</h2>
<p>E se você estava esperando um pedido de casamento bombástico ou um anel de diamante gigante, pode tirar o cavalinho da chuva. Por enquanto, nada de anéis ou votos. Fontes dizem que eles não querem forçar a barra e preferem deixar a relação evoluir naturalmente. Afinal, para que a pressa quando a química bate e os objetivos de vida são os mesmos? Eles se sentem mais seguros do que nunca com a conexão que construíram e preferem curtir cada momento sem pressão de um próximo passo tradicional. Um refresco para quem está cansado da correria dos relacionamentos de famosos, né?</p>
<h2>A rainha da TV com medo de falar em público? Quem diria!</h2>
<p>Mas não é só de romance que vive o casal! Recentemente, Jennifer e Jim uniram forças também no campo profissional. A diva de Hollywood subiu ao palco do Kaufmann Concert Hall para apoiar o boy no lançamento do seu novo livro de autoajuda, The Book of Possibility. E não foi só para fazer presença: Jen atuou como moderadora do evento, o que já é um babado, considerando a discrição dela.</p>
<p>E foi nesse palco que ela fez uma confissão que deixou todo mundo de queixo caído: Jennifer Aniston tem um medo profundo de falar em público! Sim, a atriz que domina a tela há anos revelou que lida com a ansiedade usando técnicas de respiração e meditação. É a prova viva de que, por trás de todo o glamour de Hollywood, as celebridades também têm seus perrengues e medos de gente como a gente. Dá pra acreditar que a Rachel Green também fica nervosa na hora de apresentar um trabalho?</p>
<p>No fim das contas, a Jen Aniston está mostrando que dá para ser uma estrela internacional, viver um amor maduro e ainda assim ter suas vulnerabilidades. O importante é seguir o próprio ritmo, com ou sem filhos, com ou sem anel na mão. Qual o próximo livro que o Jim Curtis vai lançar para a gente ter uma desculpa pra ver a Jen interagindo com o público?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[As buscas no Google que todo mundo faz e morre de vergonha]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:34:07 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Vamos ser honestos: tem coisas que a gente não conta nem pro melhor amigo, que dirá em público. Mas aí a madrugada chega, o Google abre, e a gente digita uma pergunta que, se algué…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Vamos ser honestos: tem coisas que a gente não conta nem pro melhor amigo, que dirá em público. Mas aí a madrugada chega, o Google abre, e a gente digita uma pergunta que, se alguém lesse, ia querer virar buraco no chão e sumir pra sempre. De dúvidas bizarras a frases que começam com &quot;É normal sentir…&quot;, nosso histórico de pesquisa sabe mais da nossa vida do que a gente mesma — e tá guardando tudo em silêncio, como uma testemunha que nunca vai depor.</p>
<p>E a melhor parte? Quanto mais estranha a pergunta, mais certeza a gente tem de que outra pessoa já buscou exatamente a mesma coisa. O Google virou o confidente das 3 da manhã — aquele que não julga, não conta pra ninguém e nunca vai te ligar no dia seguinte perguntando se você tá bem. É quase um serviço público. E é exatamente por isso que a gente acaba digitando cada coisa mais sem filtro do que a anterior.</p>
<p>O modo analista de relacionamento ativado</p>
<p>A pessoa demorou pra responder. Viu o story e não curtiu. Ou curtiu, mas cinco horas depois — o que, convenhamos, é território de interpretação livre. Pronto: a gente entra em colapso interpretativo total e começa a pesquisar se isso significa algo, o que significa, e quantas camadas de significado existem numa curtida tardia. Têm buscas clássicas que vivem nesse universo: &quot;se ele vê meus stories significa que pensa em mim?&quot;, &quot;o que significa demorar pra responder?&quot;. A gente já sabe que o Google não tem a menor ideia do que o crush tá pensando — mas a esperança é teimosa, e a gente segue digitando mesmo assim.</p>
<p>Dr. Google e o diagnóstico catastrófico</p>
<p>Uma dorzinha de cabeça, uma mancha suspeita, um cansaço que pode ser mil coisas. Trinta segundos depois: 25 abas abertas, três fóruns de saúde e a certeza inabalável de que temos uma doença raríssima que claramente passou despercebida pela medicina convencional. Essa busca é o ápice do &quot;não quero perguntar pra ninguém, então o Google resolve&quot;. E o pior é que não resolve — o Google sempre vai encontrar a hipótese mais dramática possível, e a gente vai acreditar em pelo menos metade delas antes de finalmente fechar as abas e tentar dormir.</p>
<p>Investigação estilo CSI: a pessoa sumiu do radar</p>
<p>Não basta constatar o sumiço. A gente precisa vasculhar Instagram, TikTok, WhatsApp, Messenger e qualquer outra plataforma onde haja a menor pista de vida. Bloqueou? Excluiu do close friends? Tá online e não responde? A investigação avança em camadas, com uma seriedade que nem toda pesquisa científica tem. E é exatamente aí que a pesquisa no Google entra: &quot;como saber se fui bloqueado no Instagram&quot;, &quot;o que significa quando some das redes sociais&quot;. A gente segue até o momento em que percebe, com certa vergonha, que gastou mais tempo pesquisando do que realmente conversando com essa pessoa.</p>
<p>A arte de existir nas redes sem deixar rastro</p>
<p>De como ver um story sem aparecer na lista de visualizações até como dar unfollow sem parecer estranho — tem um universo inteiro de buscas que gritam, em silêncio, que a gente não quer ser descoberto fazendo aquilo. É o tipo de pergunta que a gente digita com a maior discrição do mundo, olha pro lado antes de apertar Enter e depois checa o histórico duas vezes só pra ter certeza de que ninguém viu. E, convenhamos, apagar o histórico do Google já foi — e ainda é — ato de autopreservação pra muita gente.</p>
<p>O seen que vira caso de polícia</p>
<p>O &quot;visto&quot; sozinho já seria suficiente pra gerar ansiedade. Mas quando junta com silêncio, aí a pesquisa é quase obrigatória. &quot;O que significa quando ele vê e não responde?&quot;, &quot;quanto tempo é aceitável para responder uma mensagem?&quot; — perguntas que a lógica responderia com um simples &quot;a pessoa provavelmente só estava ocupada&quot;, mas que o overthinking transforma em mistério de múltiplas camadas que precisa ser decodificado com urgência. O Google até tenta ajudar. A gente é que não aceita a resposta racional.</p>
<p>No fim, o histórico do Google é meio que o diário que a gente nunca escreveu: tem paranoia, crush, overthinking, pensamentos aleatórios e aquelas horas que a gente preferia esquecer. E o mais engraçado é que, por mais vergonhosa que seja a busca, a chance de alguém ter digitado exatamente a mesma coisa é altíssima. A gente nunca está tão sozinho quanto parece às 3 da manhã na frente do Google — e isso, de alguma forma estranha, é reconfortante.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Bruno Gagliasso reflete sobre envelhecer e ser pai no Rock in Rio 2026]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:33:16 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Celebridades]]></category>
      <description><![CDATA[Bruno Gagliasso Marques tem 44 anos, uma carreira consolidada como um dos atores mais conhecidos da teledramaturgia brasileira, uma família que a internet acompanha com carinho qua…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Bruno Gagliasso Marques tem 44 anos, uma carreira consolidada como um dos atores mais conhecidos da teledramaturgia brasileira, uma família que a internet acompanha com carinho quase excessivo — e, apparently, uma capacidade invejável de aparecer no Rock in Rio 2026 produzido, reflexivo e sem o menor sinal de crise existencial. Ele marcou presença na primeira noite pop do festival, que reuniu nomes como Ne-Yo, Calvin Harris, Black Eyed Peas e Nelly, e encontrou um tempinho para bater papo no meio de tanta música boa.</p>
<p>Sem Giovanna Ewbank e sem os filhos, Bruno circulou pela Cidade do Rock no modo solo — o que, convenhamos, já é notícia em si, porque a gente está tão acostumado a ver a família Gagliasso-Ewbank em bloco, distribuindo fofura nas redes, que a ausência da trupe chama atenção quase tanto quanto a presença dele.</p>
<p>Mas o look ficou em segundo plano quando ele abriu o jogo sobre como tem encarado essa fase da vida. Em um universo que idolatra a juventude eterna, cobra perfeição constante e trata ruga como tragédia pessoal, ouvir um galã de 44 anos dizer que ama demais envelhecer é, no mínimo, refrescante. É clichê? Um pouquinho. É real e necessário? Muito mais. Ruguinhas e aprendizados batem qualquer filtro, e quem discordar está mentindo pra si mesmo.</p>
<p>E tem a parte da paternidade, que é onde a coisa fica mais interessante. Aprender a ser pai sendo paizão de três filhos — isso merece uma pausa. Porque paternidade não é um estado que se atinge e pronto: é escola sem fim, com currículo que muda toda vez que uma fase nova começa. Cada filho é um desafio diferente, cada etapa pede uma versão atualizada do pai. Bruno poderia ter falado do look, da chuva, dos shows, do perrengue de chegar na Cidade do Rock — mas não. Trouxe a reflexão. Gagliasso não foi só curtir o festival; foi também fazer uma pausa pra pensar em voz alta, e isso tem valor.</p>
<p>Falando dos shows: a noite pop entregou o que prometia. Calvin Harris — DJ e produtor escocês que já figurou entre os mais bem pagos do mundo, com 66 milhões de dólares em 2015 segundo a Forbes — colocou todo mundo pra dançar com seus hits eletrônicos sem dar trégua. Já o Black Eyed Peas é outra conversa: o grupo americano, formado em 1992 e hoje composto por will.i.am, apl.de.ap e Taboo desde a saída de Fergie em 2018, vendeu mais de 80 milhões de álbuns e tem um catálogo que a gente canta no chuveiro sem vergonha nenhuma. No palco do Rock in Rio, transformaram a noite em festa de arromba — do tipo que faz qualquer pessoa, independente de idade ou estado de espírito, largar a pose e entrar no ritmo.</p>
<p>Dá pra imaginar Bruno Gagliasso filosofando sobre vida e amadurecimento entre uma dancinha e outra no set do Calvin Harris? Completamente. É exatamente o tipo de cena que faz sentido para alguém que veio ao festival sem o peso da agenda familiar, disposto a aproveitar o momento e a curtir o presente — um equilíbrio que muita gente tenta e poucos conseguem.</p>
<p>No fim das contas, Bruno Gagliasso apareceu no Rock in Rio 2026 sem precisar de palco, câmera ou holofote direcionado. Apareceu como ele mesmo: ator de sucesso, pai que ainda está aprendendo — e que não tem o menor problema em admitir isso em voz alta. Entre um clássico do Black Eyed Peas e um hit do Calvin Harris, conseguiu entregar a frase mais honesta da noite. Quem nunca, né?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Bruna Griphao, o abdômen trincado e a batalha épica contra a chuva no Rock in Rio]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:32:02 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Tem gente que vai ao Rock in Rio pra ver show. Tem gente que vai e vira o show. Bruna Griphao claramente pertence ao segundo grupo. No terceiro dia do festival, na Cidade do Rock, …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Tem gente que vai ao Rock in Rio pra ver show. Tem gente que vai e vira o show. Bruna Griphao claramente pertence ao segundo grupo. No terceiro dia do festival, na Cidade do Rock, montada no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a atriz apareceu com um look todo preto — top, calça e casaco — e um abdômen tão trincado que concorreu de igual pra igual com os artistas no palco.</p>
<p>O detalhe físico chamou tanta atenção que Bruna teve que abrir o jogo na hora. E o segredo, ela garantiu, não tem nada de misterioso: anos de alimentação cuidadosa e exercício constante. &quot;Eu procuro manter uma vida saudável, sempre, há muitos anos. Acho que é essa constância de se alimentar bem e se exercitar&quot;, explicou a atriz, que também foi direta ao desmentir qualquer ajudinha cirúrgica: &quot;Não tem procedimentos estéticos na barriga.&quot; Pois é. O combo clássico de dieta mais treino ainda reina, e Bruna é a embaixadora não oficial dessa verdade inconveniente que a gente insiste em ignorar entre um brigadeiro e outro.</p>
<p>E é justamente aí que mora a potência da imagem dela num evento como o Rock in Rio. Bruna Griphao não é uma pessoa qualquer aparecendo num festival: é uma atriz, cantora, compositora, modelo e influenciadora digital com anos de carreira e uma base de fãs que acompanha cada passo. Quando ela aparece num lugar público com uma presença assim, não é acidente — é o resultado visível de uma rotina que ela mesma descreve como constante há muitos anos. Não é fácil manter esse nível de disciplina no meio de uma agenda que, por sinal, está bem cheia: além do Rock in Rio, ela ainda vai ter que conciliar a preparação para o Carnaval com a participação no Dança dos Famosos. Dois compromissos que, juntos, já dariam um treino e tanto só de pensar.</p>
<p>Mas voltando ao domingo — porque a história do look todo preto ainda tem um segundo ato. Bruna havia pensado em um visual confortável para aguentar o festival, e a escolha de peças escuras tinha tudo pra ser inteligente. O que ela não contava era com a chuva que caiu na Cidade do Rock. O casaco preto, que era pra ser o escudo da produção, não resistiu. &quot;Foi só uma calça preta, uma blusa preta e um casaco preto, que já está tudo molhado porque peguei chuva&quot;, contou ela, com a honestidade de quem sabe que não adianta fingir que tá tudo bem quando a roupa está encharcada.</p>
<p>E não parou por aí. Antes de render-se à chuva, Bruna ainda tentou uma manobra de sobrevivência: dobrar a barra da calça pra evitar que encharcasse. A lógica era sólida. A execução, nem tanto. &quot;Eu tentei até dobrar a calça para ver se a barra não pegava na chuva, mas não funcionou&quot;, brincou a atriz. Quem nunca tentou alguma gambiarra fashion desesperada num dia de chuva e saiu no prejuízo? A gente se identifica profundamente com esse momento. É o tipo de situação que prova que celebridade também é gente — com a diferença de que, no caso dela, mesmo encharcada e com a barra da calça comprometida, o resultado final ainda entregava.</p>
<p>No fundo, o terceiro dia de Rock in Rio virou um retrato perfeito de quem é Bruna Griphao: alguém que aparece com presença, fala com naturalidade sobre escolhas que fazem parte da sua rotina há anos, e ainda consegue transformar uma batalha perdida contra a chuva em anedota simpática. É o tipo de celebridade que não precisa de drama pra preencher um espaço — ela preenche com personalidade mesmo. E o abdômen trincado, claro, ajuda a contar a história.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Domithila Cattete sai de 'Pssica' e leva Belém pra 'Por Você', a nova novela das 19h]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:31:24 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Se você ainda não conhece Domithila Cattete, tá perdendo o bonde — e o bonde saiu de Belém. A atriz paraense ficou conhecida do grande público como Janalice, protagonista de 'Pssic…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se você ainda não conhece Domithila Cattete, tá perdendo o bonde — e o bonde saiu de Belém.</p>
<p>A atriz paraense ficou conhecida do grande público como Janalice, protagonista de &apos;Pssica&apos;, thriller amazônico da Netflix baseado no livro de Edyr Augusto. É uma história que não economiza em temas pesados: violência, exploração sexual, um Brasil que o horário nobre raramente abre espaço pra mostrar. Domithila chegou a esse papel com uma trajetória construída principalmente no teatro e no audiovisual — e a série deixou claro que ela tinha algo que vai além de talento técnico: presença. O tipo de coisa que você sente na tela antes de conseguir nomear.</p>
<p>Agora ela dá um salto de formato e estreia nas novelas em &apos;Por Você&apos;, a trama das 19h da TV Globo. Ela vive Lia dos Anjos, uma personagem que chega um pouco depois do início da trama, entra no núcleo de Bela — vivida por Sheron Menezzes — e cria uma relação especial com o Kadu. O detalhe que faz tudo mais gostoso: assim como Domithila, Lia também vem de Belém, do Pará, e chega ao Rio de Janeiro ao longo da história. É Belém chegando no horário nobre com sotaque, mística e coração gigante — esse último adjetivo foi da própria atriz, que usou exatamente essa expressão pra descrever a personagem durante o evento de lançamento da novela.</p>
<h2>Da série pro folhetim diário: um bicho bem diferente</h2>
<p>Domithila está sendo honesta sobre o que significa fazer essa transição. No cinema, o tempo é outro: são muitos takes, muito olhar, muito espaço para encontrar o detalhe certo. Na novela diária, o ritmo é diferente — texto rápido, cena entregue, próxima cena. Ela mesma disse que ainda está entendendo como se adapta, e que o processo está em andamento. Não tem pose de quem já sabe tudo.</p>
<p>O que ajuda nessa travessia é justamente o teatro. A novela vive do corpo, da voz, da presença cênica que precisa ser imediata — muito mais próxima do palco do que da câmera lenta do cinema. Pra Domithila, isso é até um estímulo criativo: criar em outro lugar, com outras ferramentas, num meio-termo entre os dois formatos que ela já conhece. É o tipo de desafio que move quem leva a atuação a sério, e não o tipo de desafio que assusta.</p>
<h2>O guia cultural da Lia</h2>
<p>Uma das perguntas mais reveladoras que se pode fazer a um ator é o que o personagem que ele vive consumiria culturalmente. Domithila respondeu com uma lista pequena e muito específica — e isso diz bastante sobre como ela está construindo a Lia.</p>
<p>No cinema, a escolha foi &apos;Capitães da Areia&apos;, a adaptação da obra de Jorge Amado. Ela disse que acabou de assistir e que está encantada com a personagem Dora. Não é uma indicação genérica: é uma história de jovens à margem, de afeto e sobrevivência, com a Bahia como pano de fundo — um universo que ressoa com o que ela imagina para Lia.</p>
<p>Na literatura, escolheu &apos;Flauta de Bambu&apos;, um livro ambientado em Belém que ela ganhou de presente e está lendo agora. A descrição que faz é bonita: o livro captura as lendas, a musicalidade e o misticismo do Pará de forma fantasiosa, num registro mais infantojuvenil. É exatamente esse tipo de história, disse ela, que imagina que Lia encontraria pelo caminho. Uma personagem feita de referências culturais reais, não de clichês regionais.</p>
<p>O que está acontecendo aqui não é pouca coisa. É uma atriz construindo uma personagem com as próprias raízes, usando o que conhece de verdade sobre a cidade de onde vem para dar textura a alguém que, no fundo, faz o mesmo caminho que ela fez. Quando isso funciona — e tudo indica que vai funcionar — aparece na tela de um jeito que nenhum roteiro consegue escrever sozinho.</p>
<p>Domithila Cattete chega à TV Globo não só como rosto novo, mas como um pedaço de Belém que o horário das sete raramente recebe. A Lia dos Anjos acabou de pousar. A gente vai ficar de olho.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Essa tal nostalgia: a Geração Z tá com saudade até do que não viveu]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:30:41 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Sabe aquela sensação agridoce que dá um quentinho no coração e, ao mesmo tempo, um apertinho no peito? É a nostalgia batendo na porta. Aquela saudade boa de um lugar, uma época, pe…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquela sensação agridoce que dá um quentinho no coração e, ao mesmo tempo, um apertinho no peito? É a nostalgia batendo na porta. Aquela saudade boa de um lugar, uma época, pessoas ou situações que já ficaram para trás, acompanhada de um desejo meio bobo de voltar no tempo. As memórias nostálgicas, geralmente ligadas a quem a gente gosta ou a coisas que amávamos, têm um poder incrível: elas nos conectam com um passado que faz sentido e até dão um chega pra lá na solidão.</p>
<p>Mas, calma, que a coisa fica mais complexa. Se você faz parte da Geração Z, que cresceu com um pé no mundo digital e outro na rua, aposto que suas lembranças nostálgicas vão desde a tarde de domingo em família até a batalha épica em um computador mais velho que a sua tia. E o babado não para por aí: a gente sente saudade até de coisas que nunca viveu! Parece que somos uma geração tão ligada no passado que encontramos nele — mesmo num passado que não experimentamos — novas formas de conexão. É tipo o FOMO (medo de estar perdendo alguma coisa) do passado, só que menos desesperador e mais fofo.</p>
<h2>Quando o passado bate na sua porta (sem você convidar)</h2>
<p>Às vezes, a nostalgia chega sem avisar, tipo crush aleatório na DM. Você está lá, arrumando o quarto, e de repente um objeto qualquer te teletransporta para uma lembrança boa, imaginando as histórias que aquele lugar ou aquela coisa presenciaram. É um pensamento rapidinho, mas que já te coloca naquele humor nostálgico, meio melancólico, meio feliz — e não tem como fugir: a gente não escolhe sentir, a nostalgia só vem e pronto.</p>
<p>Mas nem tudo são flores no jardim da memória. Por mais que ela venha acompanhada de carinho, a nostalgia pode virar um pesadelo. Quando a gente fica preso demais tentando reviver o que já passou, a frustração e a solidão batem forte ao perceber que aquele momento não volta. E aí, corremos o risco de dar um perdido no que está acontecendo agora — que, ironicamente, um dia também pode virar nossa dose de nostalgia. A vida sendo uma grande pegadinha, né?</p>
<h2>De 2024 ao VHS: a cultura pop abraça a saudade</h2>
<p>Essa mania de olhar para trás também domina a cultura pop. Nos últimos tempos, parece que cada semana é um resgate diferente: a galera pirou nas memórias de 2024, que já ganhou status de grande era com a estética BRAT, o lançamento de Wicked e tantos outros acontecimentos. Convenhamos, transformar 2024 em nostalgia já é um atestado de que a gente tem a barra da saudade lá no alto.</p>
<p>E tem mais! Quem diria que o adolescente que viveu 2016 imaginaria que, dez anos depois, seus irmãos e primos mais novos estariam desejando ter vivido o que ele viveu? Ou que, nos anos 1990 ou 2000, as roupas, músicas e filmes de então continuariam despertando tanto interesse décadas depois? Pois é, o passado é uma caixinha de surpresas que a gente nunca cansa de abrir.</p>
<p>A Geração Z é mestre em revisitar épocas que nem viveu, usando as lentes da cultura pop e as histórias da própria infância. Existe um desejo latente de estar onde outras pessoas estiveram — e essa curiosidade tem um lado bem bonito: ela pode aproximar jovens dos pais, avós, tios e outros parentes mais velhos. Perguntar como era a vida em outra década, ouvir as histórias, descobrir músicas e programas favoritos de quem veio antes... é um jeito de criar conexões que valem ouro. No fim, a gente percebe que aquelas pessoas que viveram eras hoje tão cobiçadas estavam apenas vivendo suas próprias vidas, sem imaginar que suas juventudes seriam tão invejadas no futuro.</p>
<h2>Câmeras antigas e a trilha sonora do passado</h2>
<p>Outra prova de que a gente não se cansa de olhar para trás está nas microtendências que bombam nas redes. Estamos falando do uso de mídias físicas, dispositivos antigos e recursos que imitam fotos de outras épocas: câmeras digitais com qualidade duvidosa, analógicas que te fazem esperar para ver o resultado, fotos impressas que a gente quase esqueceu como é. Um show de horrores estético que a gente ama de paixão.</p>
<p>Na música, a vibe é a mesma: artistas da nova geração estão apostando em estéticas inspiradas em décadas passadas, criando a sensação de estar diante de uma memória que nunca foi nossa. É tipo ouvir uma música que te dá flashback de um lugar que você nunca visitou, mas que parece que mora na sua alma. E, mesmo quando a gente tenta se jogar no presente, lá vamos nós reassistir àquele filme, reler aquele livro ou dar replay naquela música que nos lembra de algo bom — e sentir aquela saudadezinha quando a história acaba ou a canção silencia.</p>
<p>Para alguns, a nostalgia vem acompanhada de melancolia. Para outros, traz uma felicidade que mixa bem com a saudade. Não existe manual para sentir ou lidar com ela — cada pessoa constrói sua própria relação com o passado. E a parte mais curiosa de tudo isso é perceber que o que a gente está vivendo agora, neste exato momento, também pode ser, um dia, a lembrança da qual vamos sentir saudade. Então, bora colecionar momentos que valham a pena — ou a gente vai passar a vida inteira sentindo saudade do que nem viveu?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Dia do Sexo: o que sua Lua e Vênus dizem sobre como você confia em alguém]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:29:15 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Você é do tipo que conhece alguém hoje e amanhã já tá contando a vida inteira? Ou o oposto: convive há meses e ainda não soltou nada de verdade? Relaxa, os dois jeitos são normais …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Você é do tipo que conhece alguém hoje e amanhã já tá contando a vida inteira? Ou o oposto: convive há meses e ainda não soltou nada de verdade? Relaxa, os dois jeitos são normais — e a Astrologia tem uma explicação bem específica pra cada um.</p>
<p>No clima do Dia do Sexo, a gente resolveu mergulhar no babado astrológico. A maioria das pessoas sabe o signo solar — aquele que vem da data de nascimento e que, vamos combinar, a gente adora culpar por tudo. Mas quando o papo é vínculo, intimidade e entrega de verdade, o Sol não dá conta sozinho. Ele mostra o palco, mas não os bastidores.</p>
<h2>Sua Lua e Vênus mandam no seu coração</h2>
<p>Dois pontos do Mapa Astral costumam pesar mais quando o assunto é confiança: a Lua e Vênus. A Lua indica o que te faz sentir acolhido e seguro — é ela que mostra do que você precisa pra baixar a guarda. Vênus já é outra história: ela revela o seu jeito de gostar das pessoas e o que você valoriza numa relação. É ali que o caldo engrossa.</p>
<p>A dica, então, é olhar pra Lua e pra Vênus no seu Mapa Astral — não só pro signo solar. E vale ler o de quem você quer entender também.</p>
<h2>Signo por signo</h2>
<p>Áries: Papo reto, sem curva, sem pedágio. Rodeio, indireta ou o clássico recado por terceiro derrubam a confiança na hora. A franqueza vale mais do que a delicadeza aqui — mesmo que venha embalada numa sinceridade que dói um pouquinho.</p>
<p>Touro: A confiança taurina não vem de declaração, vem de constância. A pessoa que aparece sempre, responde sempre, age sempre do mesmo jeito — essa ganha o coração. Apresse um taurino e ele vai se fechar igual ostra.</p>
<p>Gêmeos: Confiança rima com conversa. Papo que flui, curiosidade parecida, resposta que mostra interesse mútuo. Sumir sem explicação ou mandar um monossílabo como resposta esfria tudo mais rápido que sorvete no sol.</p>
<p>Câncer: O segredo é a discrição. Câncer precisa ter certeza de que o que contou não vai virar fofoca de churrasco. E um bônus que derrete o coração canceriano: quando a pessoa lembra de detalhes pequenos mencionados semanas atrás. Isso vale ouro.</p>
<p>Leão: A lealdade tem que ser pública. Elogio no privado é bom, mas ficar em silêncio quando alguém fala mal do Leão por aí é um soco no estômago. Ele precisa sentir que você está no time mesmo quando ele não tá por perto pra defender.</p>
<p>Virgem: Virgem repara em tudo — e anota mentalmente. A chave é coerência entre o que a pessoa fala e o que ela faz, até nas mínimas coisas. Combinou, cumpriu. Simples assim. Não subestime a memória virginiana.</p>
<p>Libra: Libra vive pela reciprocidade. Se só um lado puxa assunto, faz convite e se esforça, o libriano se recolhe e a relação entra em modo avião. Ninguém gosta de ser a única pessoa na pista de dança.</p>
<p>Escorpião: Esqueça a versão suavizada da verdade. Meia informação, omissão ou história contada pela metade são o beijo da morte pra confiança escorpiana. E uma vez perdida? Reconquistar é tipo escalar o Everest — de salto alto.</p>
<p>Sagitário: Sagitário precisa se sentir livre. Cobrança de resposta imediata, controle de localização e ciúme de amizade têm o efeito contrário do esperado. Quanto menos apertado, mais o sagitariano se aproxima.</p>
<p>Capricórnio: Palavra dada tem que virar ação, ou não vale nada. A confiança capricorniana é construída tijolo por tijolo, no histórico — não em promessa. É lenta de construir e sólida quando chega.</p>
<p>Aquário: Aquário precisa ser aceito na versão mais original, com os gostos estranhos e as opiniões fora da curva. Tentar encaixá-lo num molde é pedir pra ele desaparecer. Quem respeita a diferença ganha acesso a um lado íntimo que poucos conhecem.</p>
<p>Peixes: A sensibilidade pisciana é um tesouro e precisa ser levada a sério. Deboche, mesmo em tom de brincadeira, faz o pisciano se fechar num silêncio que esconde um oceano de sentimentos. Respeite, e você terá um aliado pra vida.</p>
<p>E aí — sua Lua ou Vênus explicou alguma coisa sobre o seu jeito de confiar?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[A gente só ia ver um vídeo e… o TikTok comeu meu dia. Mas a culpa não é só sua!]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:28:25 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Quem nunca, né? Você pega o celular pra dar aquela espiadinha básica no TikTok, jura de pés juntos que vai ver só uns dois vídeos, e quando a vida real te cutuca, já se passaram ho…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca, né? Você pega o celular pra dar aquela espiadinha básica no TikTok, jura de pés juntos que vai ver só uns dois vídeos, e quando a vida real te cutuca, já se passaram horas. HORAS! A gente pisca e o tempo simplesmente voa. E não, você não está sozinho nessa cilada digital — o endless scrolling virou esporte olímpico pra milhões de pessoas, e o TikTok é o campeão absoluto da modalidade.</p>
<h2>O golpe da rolagem infinita</h2>
<p>O primeiro segredo por trás dessa hipnose coletiva é a facilidade irritante de usar. Não precisa de esforço, de digitar, de procurar nada. Você desliza o dedo pra cima e, bum, aparece um vídeo novo. Não gostou? Desliza de novo. Gostou? Fica ali. Antes mesmo de o seu cérebro ter a chance de decidir se quer parar ou não, o próximo vídeo já está te encarando. É uma esteira de conteúdo que nunca para, e o botão de pausa parece ter sido removido na fabricação. Essa ausência de fricção impede uma decisão consciente de parar — e o ciclo do &quot;só mais um&quot; segue vivo e forte.</p>
<p>Outro ponto crucial é a incerteza do que vem a seguir. Cada swipe é como girar uma roleta do entretenimento: será que o próximo vídeo vai arrancar uma risada, trazer um truque genial ou ser só mais um clipe aleatório de gatinho fofo? Essa expectativa constante nos mantém na busca pelo ouro digital. Mesmo que o vídeo anterior tenha sido sem sal, a promessa do desconhecido empurra a gente pra frente, estendendo o uso sem nenhum objetivo claro.</p>
<h2>O algoritmo que te lê (e te prende)</h2>
<p>O algoritmo observa o que você assiste, por quanto tempo, o que curte e compartilha, e vai personalizando o feed de um jeito assustadoramente preciso. Você não precisa procurar; o conteúdo vem até você, na dose certa para seus interesses. A sensação de que sempre tem algo interessante pra ver é uma armadilha deliciosa que dificulta largar o osso.</p>
<p>E diferente de uma série ou de um livro, o TikTok simplesmente não tem final. Não existe o último vídeo — a coisa mais próxima de um encerramento é o celular desligar por falta de bateria. Essa ausência de um ponto de parada natural faz a gente perder completamente a noção do tempo. De repente, você olha pro relógio e se pergunta: como assim já são duas da manhã? É o loop infinito da procrastinação digital, onde a sensação de ter concluído algo nunca chega.</p>
<h2>Entre o scroll e a vida real</h2>
<p>Pra fechar, o TikTok virou solução pra tudo: entediado, cansado do trabalho, esperando o ônibus, precisando de uma distração. Ele oferece alívio instantâneo e sem esforço, perfeito pra quando a gente está sem cabeça pra nada mais complexo. O problema é que esses cinco minutinhos de descanso se transformam facilmente numa tarde inteira, e o scroll vira reação automática a qualquer sinal de desconforto — sem decisão consciente envolvida.</p>
<p>Então, antes de se culpar por falta de autocontrole, respira. As plataformas digitais são projetadas para fisgar nossa atenção e nos manter lá o máximo possível. Não é uma questão só de força de vontade, mas de entender o mecanismo por trás do hábito e observar como ele influencia o seu dia a dia. O ambiente e a forma como o app é construído tornam a saída uma tarefa e tanto.</p>
<p>No fim das contas, é difícil resistir a um lugar onde cabe de tudo, de dancinha a tutorial de miojo gourmet. Mas fica a dica: a vida real também tem seus virais — e alguns nem precisam de wi-fi.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[A Gen Z decidiu: o rolê mais quente agora é no seu sofá]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:27:38 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Para quem achava que a galera jovem só queria saber de festa em balada, segura essa: a Gen Z cansou do barulho, da grana que vai embora e do perrengue pra voltar pra casa. Essa ger…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Para quem achava que a galera jovem só queria saber de festa em balada, segura essa: a Gen Z cansou do barulho, da grana que vai embora e do perrengue pra voltar pra casa. Essa geração descobriu que o melhor da vida pode estar a um jantar de distância. É uma vibe de menos tela e mais olho no olho, sabe?</p>
<p>E é exatamente por isso que os dinner parties — jantares em casa, em bom português — estão virando o novo hit entre os jovens. Longe dos almoços de domingo da sua avó (com todo respeito à vovó, claro!), esses encontros são íntimos, cheios de estilo e prometem experiências muito mais significativas. A previsão é que o rolê mais desejado do fim de semana seja... no seu próprio lar. Quem não ama um bom conforto?</p>
<h2>Adeus, perrengue do rolê!</h2>
<p>Vamos combinar: fila da balada, ingresso caro, som estourando, bebida a preço de ouro e sufoco pra achar Uber na volta. Era uma rotina que virou ranço pra muita gente, e a busca por experiências autênticas e reais não se encaixa mais nesse modelo. Sem falar que discutir a vida com os amigos enquanto a caixa de som explode é praticamente uma missão impossível.</p>
<p>É aí que entram os jantares em casa, que nada têm a ver com formalidades chatas. A casa virou palco para encontros leves, com clima gostoso e muito mais significativos. Não é só sentar e comer — é construir uma experiência do zero, onde cada detalhe cria uma atmosfera única.</p>
<h2>De olho no feed (mas com alma!)</h2>
<p>Pode procurar no TikTok e no Instagram: as hashtags de dinner party explodem em milhões de visualizações. São mesas que parecem saídas de um editorial de revista, com velas estratégicas, louças diferentes (nada de jogo completo combinando — aqui a ideia é mixar!), flores fresquinhas e playlists que dão um toque cinematográfico à noite.</p>
<p>Mas não se engane: a graça não está só na foto que vai pro feed. Por trás de toda a estética, essa galera busca algo mais profundo. Risadas que ecoam na sala, conversas que duram até de madrugada e a sensação de estar realmente presente com quem a gente gosta.</p>
<h2>Sem roteiro, só vibe boa</h2>
<p>O cardápio pode ser elaborado ou super simples — o importante é que convide à interação. Os convidados se servem à vontade, sem pressão de regras rígidas. E o melhor: o anfitrião, que antes vivia preso na cozinha, agora pode relaxar e curtir a própria festa. Afinal, quem merece ficar só fritando enquanto a galera se diverte?</p>
<p>Em um mundo bombardeado por telas e notificações, a Gen Z está sedenta por conexões humanas de verdade. Esses jantares são a desculpa perfeita pra colocar o papo em dia, trocar ideias, dar risada e fortalecer laços que vão muito além dos likes. É uma forma de criar memórias que não precisam de filtro pra serem especiais.</p>
<p>Então esqueça o convite pra balada em 2026. A nova pergunta é: que dia a gente se encontra pra um jantar na sua casa (ou na minha)? Essa tendência veio pra ficar — e prova que, às vezes, o melhor rolê é aquele que a gente monta com carinho no conforto do lar. E aí, já pensou em qual playlist vai tocar no seu próximo jantar?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[O adeus íntimo e rock'n'roll: Kelly Osbourne revela que corpo de Ozzy ficou em casa por dias]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 13:21:14 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Celebridades]]></category>
      <description><![CDATA[No universo pop, a gente já viu de tudo. Mas Kelly Osbourne acaba de entregar um detalhe do adeus ao pai que é, de longe, o mais Osbourne possível: depois de falecer em julho de 20…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No universo pop, a gente já viu de tudo. Mas Kelly Osbourne acaba de entregar um detalhe do adeus ao pai que é, de longe, o mais Osbourne possível: depois de falecer em julho de 2025, Ozzy não foi direto ao necrotério — ele voltou pra casa, ficou lá por alguns dias, e a família se despediu dele num luto íntimo e bem particular. Sabe aquela família que sempre fez as próprias regras? Pois é.</p>
<p>Kelly revelou que essa escolha foi deliberada: a família queria ter tempo para lamentar ao lado dele e garantir que tudo fosse feito do jeito deles. Uma despedida no estilo Osbourne — sem protocolo, sem pressa, sem frescura.</p>
<h2>O peso de perder o Príncipe das Trevas</h2>
<p>Ozzy, vocalista do Black Sabbath — banda britânica que ajudou a inventar o heavy metal lá em 1968 — faleceu aos 76 anos, após anos lidando com o Parkinson. Nos últimos meses de vida, a doença avançou de forma acelerada, e ele não conseguia mais sequer ficar em pé. Seu último show aconteceu poucos dias antes do fim.</p>
<p>Kelly, filha de Ozzy e Sharon, cresceu na vitrine com o reality da família e construiu carreira própria como atriz, cantora e designer. Mas, acima de tudo isso, ela era filha. E esse peso ficou claro em cada palavra que deu desde a morte do pai: que ela está diferente, que tudo mudou, que está vivendo um dia de cada vez e tentando juntar os pedaços de um jeito que faça sentido.</p>
<p>Mesmo no meio de tanta dor, Kelly destacou que o carinho dos fãs foi o que manteve a família de pé. Cada mensagem, cada flor recebida virou prova de que o amor entre Ozzy e quem o ouvia a vida inteira era real e recíproco. Bonito de ver.</p>
<p>Um ano após a morte do pai, Kelly publicou uma carta aberta no Instagram falando sobre sentir a presença dele no silêncio, no vento, no cheiro do perfume. &quot;A parte mais difícil é que não posso tocar em você&quot;, escreveu ela. Um lembrete de que, pra Kelly, Ozzy não era só uma lenda do rock — era o protetor, o melhor amigo, a razão. E a gente, que achava que já tinha visto tudo dessa família, foi presenteado com mais uma prova de que amor de verdade não tem roteiro nem regras.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[O adeus do casal Fazenda: Bárbara Borges e Iran Malfitano não estão mais juntos]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:46:20 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Segura essa: o relacionamento de Bárbara Borges e Iran Malfitano chegou ao fim. A atriz usou as redes sociais neste sábado (5) para confirmar que os dois já estão separados há cerc…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Segura essa: o relacionamento de Bárbara Borges e Iran Malfitano chegou ao fim. A atriz usou as redes sociais neste sábado (5) para confirmar que os dois já estão separados há cerca de dois meses — sim, a notícia ficou guardada na gaveta por um tempo antes de vir a público.</p>
<p>No comunicado, Bárbara foi direta: eles não moram mais juntos e o término aconteceu de forma oficial há cerca de dois meses. Mas o que chamou atenção não foi só o fato em si, e sim o jeito como ela escolheu comunicar. Em vez de drama ou subtweet enigmático, a atriz agradeceu a todos que torceram pelo casal ao longo dos três anos de relacionamento e deixou claro que o anúncio vinha do respeito às pessoas que sempre desejaram o bem dos dois. Num sábado de frio e chuva no Rio de Janeiro — como ela mesma descreveu — a elegância da mensagem quase aqueceu o ambiente.</p>
<p>Além do comunicado objetivo, Bárbara fez uma segunda publicação com uma imagem de flores brotando de uma rachadura. A legenda refletia sobre ciclos que se rompem não para acabar, mas para que algo novo possa nascer de outro jeito. É o tipo de post que a gente lê três vezes, salva nos favoritos e manda pro grupo da terapia. Não é exagero dizer que ela está processando o término com leveza — e que isso, por si só, já diz bastante sobre a maturidade com que está conduzindo o momento.</p>
<p>O romance entre Bárbara e Iran começou em 2023, após o fim de A Fazenda 14, reality no qual ambos participaram. Amigos de longa data antes do programa, a convivência no confinamento acabou transformando a amizade em algo mais — e a internet shippou com entusiasmo. O casal ganhou torcida genuína, e Bárbara reconheceu isso no comunicado, tratando os fãs como parte da história que viveram juntos. Agora, com o término confirmado, o que fica é a memória dos momentos e a constatação de que reality show pode ser um excelente ponto de partida, mas a vida real escreve os próximos capítulos do seu próprio jeito.</p>
<p>Até o momento, Iran Malfitano não se pronunciou sobre o assunto. O silêncio, por enquanto, é a única declaração dele.</p>
<h2>De paquita à Fazenda: quem é Bárbara Borges</h2>
<p>Antes de ser um dos rostos mais comentados de A Fazenda 14, Bárbara já acumulava décadas de carreira na TV brasileira — do tipo que faz a gente parar e pensar &quot;nossa, ela já fez tudo isso?&quot;. A trajetória começou em 1995, quando ela era Paquita, e seguiu para as novelas da Globo em 2001, com a estreia em Porto dos Milagres. No ano seguinte, virou assunto nacional como a vilã Thaissa em Malhação, um papel que grudou na memória de uma geração inteira.</p>
<p>Em 2004, Bárbara interpretou Jennifer em Senhora do Destino, personagem considerada ousada para os padrões da televisão brasileira na época. Seguiram-se participações em Duas Caras — onde viveu Clarissa, uma personagem com dislexia —, além de Pé na Jaca, A Diarista e Carga Pesada, provando que ela sabia transitar entre formatos e públicos diferentes sem perder o fôlego.</p>
<p>Em 2009, Bárbara assinou contrato com a RecordTV e abriu um novo capítulo na carreira: fez Elvira em Bela a Feia, Diva em Balacobaco, Polentina em Belaventura e Livona em Jesus. São quase trinta anos de televisão que rendem, sem exagero, uma tarde inteira de maratona — e ainda sobra conteúdo.</p>
<p>O que o futuro reserva para Bárbara e Iran, cada um seguindo seu caminho? Só o tempo — e, inevitavelmente, as redes sociais — dirão.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Larissa Manoela se Casou Carregando 35 Quilos de Vestido e Véu]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:43:40 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Larissa Manoela sempre foi sinônimo de superprodução, seja nas telinhas ou nos palcos. Mas ninguém esperava que o ápice dessa característica fosse, literalmente, o peso do vestido …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Larissa Manoela sempre foi sinônimo de superprodução, seja nas telinhas ou nos palcos. Mas ninguém esperava que o ápice dessa característica fosse, literalmente, o peso do vestido de noiva. A atriz resolveu abrir o baú das curiosidades para seus seguidores e chocou a internet ao revelar que seu look principal da festa pesava nada menos que vinte quilos. Isso sem contar o véu, que adicionou mais uns doze a quinze. Se a gente já acha difícil carregar a bolsa com a vida dentro, imagina uns 35 quilos de pano, renda e bordado para dizer sim?</p>
<p>A revelação veio em um vídeo publicado no Instagram da própria Larissa, no sábado (5), em que ela surgiu com os três modelos nupciais e foi explicando, um a um, as histórias por trás de cada escolha. Parece coisa simples, mas convenhamos: poucas pessoas têm três vestidos de casamento para explicar.</p>
<p>Um casal, duas cerimônias, três vestidos</p>
<p>Para quem acompanha a Larissa desde os tempos de estrela mirim — ela começou a ganhar notoriedade ainda na infância, passando por novelas, séries, filmes e peças de teatro até se consolidar como uma das artistas de maior influência de sua geração —, já sabe que ela não faz as coisas pela metade. Era de se esperar que a celebração do casamento refletisse toda essa grandiosidade.</p>
<p>E não foi apenas um sim: foram duas cerimônias. A primeira, mais reservada, aconteceu em 2023, no civil com efeito religioso, na casa do casal. A segunda — o bafafá de verdade — ficou para dezembro de 2024, um ano depois. No total, três vestidos dividiram a missão de marcar esse capítulo da vida da atriz.</p>
<p>Um toque de nostalgia para começar</p>
<p>Para a cerimônia mais íntima de 2023, Larissa apostou em algo com sabor de história: o estilista responsável pelo modelo foi o mesmo que havia desenhado o vestido da sua festa de quinze anos. O pedido da noiva? Que fosse atemporal. Prova de que bom gosto não tem prazo de validade — e que certas parcerias criativas merecem ser revisitadas nos momentos mais importantes da vida.</p>
<p>Já para a grande festa, a busca pelo look ideal virou uma saga à parte. Ela teve dificuldade para encontrar o modelo perfeito — drama clássico de toda noiva que quer arrasar, mas amplificado quando o padrão de exigência é o de uma atriz acostumada a figurinos de alto nível. A solução veio do jeito mais celebs possível: ela comprou os dois modelos usados na celebração no Texas, nos Estados Unidos. Parece que a terra das grandes coisas também guarda vestidos à altura de uma estrela brasileira.</p>
<p>Peso-pesado da moda nupcial</p>
<p>E foi justamente um desses vestidos gringos que virou o centro das atenções — não pelo design, mas pelo número na balança. Vinte quilos de vestido, mais uns doze a quinze de véu. Convenhamos: não é um look nupcial, é uma armadura. A cada passo, um treino digno de olimpíada. Mas Larissa encarou na esportiva. &quot;Esse vestido que deve pesar uns 20 quilos e esse véu que deve ter uns 12 a 15 quilos. Mas, eu estava pronta para esse desafio&quot;, contou ela, com a leveza de quem carrega tudo isso como se fosse coisa corriqueira.</p>
<p>Essa postura, aliás, resume bem a trajetória de alguém que foi construindo uma carreira sólida desde a infância sem perder o fôlego. Desafios encarados de frente, seja em diferentes papéis nas telas, em palcos ou em momentos pessoais. No fim das contas, o peso do vestido virou quase uma metáfora — e quem chegou até aqui carregando o peso das expectativas desde criança provavelmente achou os quilos de seda e renda até administráveis.</p>
<p>Fica a pergunta que não quer calar: será que ela contratou alguém só para segurar a cauda na hora da valsa? Que venha o próximo desafio fashion.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[London em Veneza: filme queer brasileiro chega com tudo no festival mais antigo do mundo]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:38:50 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[O cinema brasileiro desembarca em grande estilo na Itália: London, longa queer escrito e dirigido por Victor Di Marco e Marcio Picoli, tem estreia oficial neste domingo (6) na Sema…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O cinema brasileiro desembarca em grande estilo na Itália: London, longa queer escrito e dirigido por Victor Di Marco e Marcio Picoli, tem estreia oficial neste domingo (6) na Semana da Crítica da 83ª edição do Festival de Veneza. Não é pouca coisa — estamos falando do festival de cinema mais antigo do mundo, considerado um dos &quot;Três Grandes&quot; ao lado de Cannes e Berlim. Tipo a Champions League da sétima arte, só que com muito mais estilo.</p>
<p>E o tour internacional não para na Itália. No dia 24 de setembro, o filme entra na Competição Longas-Metragens do Queer Lisboa, em Portugal. Depois, volta pra casa: London concorre na competição de longa-metragens de ficção do Festival do Rio, entre 1º e 11 de outubro. Três festivais de peso, um filme só. A agenda está mais cheia que a fila de pipoca numa première.</p>
<h2>Mas afinal, quem é London?</h2>
<p>Na trama, o próprio diretor Victor Di Marco interpreta London, um jovem com deficiência que trabalha fazendo performances eróticas em uma casa de fetiches. A vida do personagem vira de cabeça para baixo quando ele descobre a origem e o destino de sua deficiência por meio de um exame médico. É o tipo de premissa que não deixa ninguém indiferente — e que coloca no centro da tela um personagem que raramente ocupa esse espaço no cinema brasileiro.</p>
<p>Filmado em Porto Alegre, o longa é produzido pela Proa &amp; Popa Produções e pela Balde de Tinta, e tem distribuição nacional pela Retrato Filmes. Mais uma prova de que fazer cinema relevante não exige estar no eixo Rio-São Paulo — basta ter história pra contar e coragem pra contar de verdade.</p>
<p>Data de estreia no circuito comercial? Ainda sem previsão. Mas com esse currículo de festivais se acumulando, o calendário já pode deixar um espaço reservado.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Nem a Mulher-Maravilha Salva: Filme de Gal Gadot Amarga 9% no Rotten Tomatoes]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:34:16 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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      <content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que a internet adora, é um bom babado de Hollywood, e o de hoje é daqueles que fazem a gente levantar a sobrancelha. O filme em questão, Corrida Contra o Tempo, estrelado pela nossa querida Gal Gadot — a Mulher-Maravilha em pessoa —, conseguiu a proeza de cravar apenas 9% de aprovação no Rotten Tomatoes. Nove por cento! Convenhamos, isso não é só uma nota baixa, é um sinal de alerta piscando em vermelho neon no telhado de Hollywood. Parece que, mesmo com todo o carisma e a superforça de Diana Prince, tem filme que não tem salvação.</p>
<h2>A nossa Mulher-Maravilha na corda bamba</h2>
<p>Vamos combinar, Gal Gadot não é qualquer uma. Foi vestindo o uniforme da Mulher-Maravilha que a estrela dela explodiu de vez — ela não só deu vida a uma das maiores heroínas de todos os tempos, como se tornou um ícone para uma geração inteira. Com seu sotaque charmoso e um sorriso que desarma qualquer vilão, Gal se firmou como uma das atrizes mais requisitadas de Hollywood. Então, quando um filme com ela aparece com 9% de aprovação... bem, a gente para, respira e se pergunta: o que foi que aconteceu, gente?</p>
<h2>O que rolou com Corrida Contra o Tempo?</h2>
<p>O título já entrega a vibe: ação, suspense, talvez um toque de adrenalina. A expectativa para ver Gal Gadot fora do universo dos super-heróis era alta. E aí vem o Rotten Tomatoes — o agregador de críticas que a gente tanto ama e odeia — e joga um balde de água fria na nossa expectativa. Para quem não sabe, o site reúne avaliações de críticos do mundo todo e a opinião do público para dar uma nota geral. Filmes com 60% ou mais recebem o selo de aprovado; abaixo disso, reprovado. Com 9%, Corrida Contra o Tempo ganhou, digamos, o selo de apodrecido com fungos. É o tipo de nota que a produção precisa se esforçar muito para alcançar — e que faz o público se perguntar se o filme foi lançado por engano.</p>
<h2>O que faz um filme naufragar assim?</h2>
<p>Um 9% não aparece do nada. Quando um filme afunda tão feio no mar da crítica, geralmente é uma tempestade perfeita de fatores: roteiro fraco, tramas genéricas, clichês já cansados, diálogos que ninguém diria na vida real e personagens que não cativam. Às vezes a direção não consegue tirar o melhor do elenco, a edição deixa a desejar, ou o CGI parece ter saído de um console de geração passada. É o tipo de situação em que nem o carisma de uma estrela como Gal Gadot consegue salvar o projeto. Parece que, dessa vez, a corrida contra o tempo foi para o próprio filme tentar se salvar — e, infelizmente, ele não cortou a linha de chegada. A gente torce que a Gal aprenda com essa e nos traga mais filmes dignos de uma heroína. Por enquanto, ficamos com a lição: nem todo poder da Mulher-Maravilha resgata um roteiro que já nasce desastroso. E você, já caiu na cilada de um filme com nota lá embaixo? Conta pra gente!</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Sua Fruteira Tem a Resposta Pra Fome de Doce]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:33:04 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
      <description><![CDATA[Quem nunca? Aquela hora da tarde, o café coado na xícara, e a formiguinha interna começa a dar sinais de vida. O corpo pede um doce, mas o bom senso lembra que a faxina pós-preparo…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca? Aquela hora da tarde, o café coado na xícara, e a formiguinha interna começa a dar sinais de vida. O corpo pede um doce, mas o bom senso lembra que a faxina pós-preparo é real, a culpa do industrializado também, e o tempo não está lá essas coisas. Clássico dilema da tarde moderna.</p>
<p>Mas a resposta pode ser mais simples do que parece — e provavelmente já mora na sua cozinha. Esqueça ingredientes que só existem na Groenlândia e técnicas que parecem física quântica. A inspiração aqui é um lanche tão simples que parece mentira, usando o que você já tem em casa. Sem correr pro mercado, sem sujar metade do armário, sem choro.</p>
<h2>O esquadrão anti-formiga que já mora na sua cozinha</h2>
<p>Pense num doce que abraça, combina perfeitamente com o café fumegante e ainda te faz sentir a diva da culinária mesmo que sua maior façanha seja esquentar pizza no micro-ondas. Essa maravilha é perfeita para aquele respiro no meio da rotina: você decide no impulso, e a magia acontece.</p>
<p>Os protagonistas? Lista básica demais. Bananas bem maduras — aquelas que você olha e pensa que é agora ou nunca — são a base, o segredo da doçura natural e da textura. Depois entram os ovos, dando liga. Farinha pra estrutura, uma pitada de canela pra aquele cheirinho de casa de vó e, claro, um toque de chocolate. Doce sem chocolate é festa sem música: um vazio que a gente não merece. E o melhor: dá pra adaptar com o que você tiver disponível — a ideia é não fazer estresse.</p>
<h2>Descomplicando o doce (e a vida)</h2>
<p>Essa combinação é a prova de que a simplicidade pode ser deliciosamente eficiente. Sem técnicas mirabolantes, sem pilha de louça. É o tipo de preparo que você faz enquanto o café passa ou no intervalo daquela série que você não larga. Banana, ovo, farinha, canela, chocolate — ingredientes reais, resultado real, consciência relativamente tranquila.</p>
<p>Em um mundo onde tudo é pra ontem, ter uma opção rápida e gostosa pra um momento de autocuidado é um pequeno tesouro. Pra galera da faculdade, pra quem trabalha em casa, pra quem simplesmente merece um agrado sem complicação: esta ideia é a prova de que nem todo doce precisa ser um bicho de sete cabeças.</p>
<h2>Seu novo vício (do bem, claro)</h2>
<p>A gente aposta que, depois de provar essa belezinha, você vai querer repetir no dia seguinte. E no outro. Porque a combinação de sabor, conforto e praticidade é imbatível. É o tipo de guloseima que vira clássico instantâneo na sua lista de desejos. Então, o que você tá esperando pra dar um basta na formiguinha com estilo? Corre pra cozinha — uma ideia de doce fácil e gostoso é segredo bom demais pra guardar só pra si.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Ariana Grande volta a Nova York de mãos dadas com Ricky Alvarez — e o cheirinho de casamento voltou junto]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:31:51 -0300</pubDate>
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      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Atenção, Arianators! A nossa diva Ariana Grande voltou para casa, em Nova York, depois de uma Eternal Sunshine Tour que deixou saudades e muitos lenços molhados. Mas o que roubou a…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Atenção, Arianators! A nossa diva Ariana Grande voltou para casa, em Nova York, depois de uma Eternal Sunshine Tour que deixou saudades e muitos lenços molhados. Mas o que roubou a cena no desembarque não foi o alívio de estar de volta ao solo nova-iorquino — foi o acompanhante de mãos dadas com ela: Ricky Alvarez, seu ex-namorado e agora, aparentemente, namorado de novo. E, como era de se esperar, a internet já estava em polvorosa antes mesmo da bagagem chegar à esteira.</p>
<h2>Ariana, a rainha do pop e dos corações</h2>
<p>Para quem não acompanha de perto o furacão Ariana Grande-Butera, vamos contextualizar. Ela não é só uma cantora; é um fenômeno. Desde que trocou a Nickelodeon pelos palcos mundiais, a Ari conquistou o coração de milhões com seu alcance vocal de quatro oitavas e aquele registro de apito que faz todo mundo arrepiar. De Cat Valentine em Victorious e Sam &amp; Cat para um dos maiores nomes do pop atual, a gata sabe exatamente o que faz. E, convenhamos, a vida amorosa da Ari sempre foi um capítulo à parte na biografia — ela vive intensamente, dentro e fora do palco.</p>
<h2>Ricky Alvarez: o retorno de um antigo amor</h2>
<p>Ricky não é novato nessa história. Os dois viveram um romance entre 2015 e 2016, um período que marcou bastante a fase Dangerous Woman da cantora. Depois, cada um seguiu seu caminho — mas o destino parece ter conspirado para uma segunda chance. Nos últimos anos, foram vistos juntos algumas vezes, mas a aparição no aeroporto JFK foi a prova dos nove: as mãos dadas gritaram para o mundo o que os dois tinham evitado confirmar em palavras.</p>
<h2>O &apos;look discreto&apos; que não enganou absolutamente ninguém</h2>
<p>A tentativa de discrição da dupla no aeroporto foi quase cômica. Ariana, mestra em desviar dos holofotes quando quer, surgiu com a tática clássica: máscara preta, boné de beisebol, moletom, jeans e botas escuras. Ricky também apostou no casual, com boné, polo e moletom. Mas vamos combinar: quando você é a Ariana Grande, não existe passar despercebida — ainda mais de mãos dadas com um ex que o mundo inteiro conhece. Era óbvio que as manchetes iam pipocar.</p>
<h2>Fim de turnê, começo de novos capítulos (e muitos rumores)</h2>
<p>A chegada a Nova York aconteceu poucos dias depois do grand finale da Eternal Sunshine Tour, que foi um sucesso retumbante: mais de 630 mil ingressos vendidos em 41 shows esgotados, com encerramento em 10 noites na O2 Arena, em Londres. Na última apresentação, a Ari não conseguiu segurar a emoção e agradeceu aos fãs pelo apoio, descrevendo a experiência como uma das mais belas e extraordinárias da vida dela. Imagina encerrar tudo isso e já desembarcar de mãos dadas com um amor antigo. É roteiro de filme, minha gente.</p>
<p>É nesse cenário de emoções à flor da pele que os rumores de casamento voltaram com tudo. Uma segunda chance em um relacionamento tão público sempre é prato cheio para especulações — e, por ora, nada foi confirmado por nenhum dos dois. O que é certo: os Arianators estão de olho, a torcida está organizada e a gente agora só espera para ver se a próxima grande notícia vai ser um anel ou um álbum novo. De preferência os dois.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Pizza em dez minutos: o hack que vai aposentar o motoboy]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:29:56 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
      <description><![CDATA[Quem nunca se viu naquela situação clássica: a fome bateu, a preguiça de cozinhar é estratosférica, e a única coisa que brilha no horizonte é a promessa de uma pizza quentinha. Só …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca se viu naquela situação clássica: a fome bateu, a preguiça de cozinhar é estratosférica, e a única coisa que brilha no horizonte é a promessa de uma pizza quentinha. Só que aí vem o drama: abrir o aplicativo, escolher entre mil opções, esperar o motoboy no trânsito e, no final, encarar uma conta que envergonharia um cardápio de restaurante estrelado. Quantas vezes você sonhou com um atalho, um truque de mágica que entregasse aquela fatia perfeita sem todo o perrengue?</p>
<p>A resposta mora na geladeira — ou na gaveta do freezer, naquele canto que todo mundo ignora. Estamos falando do pão sírio, o herói anônimo que costuma aparecer só no churrasco e nos lanches improvisados da madrugada. A lógica da pizza preguiçosa é simples: esqueça amassar massa, esperar crescer e sujar a cozinha inteira. O pão sírio vira a base, você joga molho de tomate, o queijo que sobrou da semana e os recheios que cada um quiser — e o forno faz o resto em cerca de dez minutos.</p>
<h2>Cada um com a sua, do jeitinho que gosta</h2>
<p>O maior charme dessa técnica é a personalização. Em vez de uma pizza gigante onde ninguém chega a um acordo, você faz várias individuais: a que é só muçarela para quem não gosta de surpresa, a de calabresa para o clássico de plantão, e a versão com o que sobrou na geladeira para quem gosta de viver perigosamente. É o fim da guerra por cobertura no jantar de sexta.</p>
<p>E se tiver criança em casa, melhor ainda: montar a própria pizza vira brincadeira, e brincadeira que termina com jantar pronto é o tipo de coisa que merece troféu.</p>
<h2>Menos tempo na cozinha, mais tempo em tudo o mais</h2>
<p>Em um mundo onde tudo é para ontem, um truque assim é um achado genuíno. Ser preguiçoso na cozinha pode — e deve — ser sinônimo de ser esperto: aproveitar o que já tem em casa, economizar um dinheiro e ainda comer algo quentinho e feito por você. A grana que sobrou do delivery agradece, e o seu bolso também.</p>
<p>Então, da próxima vez que a fome apertar e a ideia de cozinhar parecer um desafio olímpico, lembre-se: o pão sírio está ali, quietinho, esperando sua chance de brilhar. Será que o delivery vai conseguir se recuperar dessa concorrência desleal? A gente duvida.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Isis Valverde e Marcus Buaiz: o amor está no ar (e na timeline de todo mundo!)]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:29:26 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Celebridades]]></category>
      <description><![CDATA[Se tem uma coisa que a internet adora, é um casal que não tem medo de mostrar que o coração está em festa. E quem está fazendo a alegria dos fãs nessa semana é a dupla Isis Valverd…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que a internet adora, é um casal que não tem medo de mostrar que o coração está em festa. E quem está fazendo a alegria dos fãs nessa semana é a dupla Isis Valverde e Marcus Buaiz, que resolveram derreter as redes sociais com um ensaio romântico daqueles que a gente vê e pensa: quero um amor assim pra ontem.</p>
<p>Nas fotos, os dois apareceram trocando carinhos e olhares apaixonados. Mas a cereja do bolo veio na legenda, onde Isis abriu o coração e se declarou ao empresário chamando-o de seu lugar seguro. É o tipo de post que faz a gente questionar a própria vida amorosa e, ao mesmo tempo, torcer muito pelos pombinhos. Porque um amor declarado com essa fofura toda sempre ganha um espacinho no coração da gente — e no algoritmo.</p>
<h2>Isis, a camaleoa dos holofotes</h2>
<p>Pra quem acompanha a trajetória de Isis Valverde, sabe que a atriz é daquelas que entrega tudo, seja na tela ou na vida pessoal. Desde que surgiu na televisão em 2006, como a misteriosa Ana do Véu em Sinhá Moça, ela já mostrou que veio pra ficar. Mal terminou a primeira novela e já engatou uma participação em Paraíso Tropical como a Telminha, garantindo seu lugar entre as caras novas mais promissoras da época. De lá pra cá, a gente viu Isis desabrochar em papéis icônicos, passeando por gêneros diferentes e sempre deixando sua marca.</p>
<p>Na vida amorosa, o balanço entre exposição e privacidade é um desafio que muitos famosos tentam e nem sempre conseguem — mas que Isis e Marcus parecem ter tirado de letra. Eles compartilham momentos especiais sem transformar o relacionamento num reality show, e isso, convenhamos, é uma habilidade rara nos tempos do story a cada cinco minutos.</p>
<h2>Amor real em feed de alta resolução</h2>
<p>Em um mundo tão agitado, encontrar alguém que seja seu porto seguro é um verdadeiro tesouro. Quando esse sentimento é compartilhado publicamente, vira quase um suspiro coletivo — a internet toda expirando junto num comentário de coração vermelho.</p>
<p>E em meio a tantas notícias pesadas e perrengues do dia a dia, um pouco de romance faz bem à alma. Isis e Marcus entregaram isso com maestria, lembrando a gente de que o amor está vivo, está forte e, de preferência, bem iluminado para o ensaio. Agora, resta saber qual será a próxima dose de fofura. Quem arrisca um palpite?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Charles Leclerc vira DJ por um segundo e quase manda o grave pro espaço em Monza]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:28:55 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[O evento Drive to Monza prometia adrenalina e boa música, e entregou — só que de um jeito que ninguém tinha na bingo card. Com Charles Leclerc e Lewis Hamilton por lá, a festa já e…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O evento Drive to Monza prometia adrenalina e boa música, e entregou — só que de um jeito que ninguém tinha na bingo card. Com Charles Leclerc e Lewis Hamilton por lá, a festa já estava garantida para os fãs da Ferrari. Mas o que realmente fez a galera rir foi a performance inesperada do piloto monegasco nos decks da DJ sul-coreana Peggy Gou. Convenhamos: alguns talentos não são intercambiáveis, e isso ficou cristalino ali.</p>
<p>Leclerc passa horas estudando dados, buscando a perfeição para dominar cada centésimo de segundo na pista. Ver um atleta com tanta disciplina e foco se aventurando na arte da discotecagem é, definitivamente, um prato cheio para quem adora um momento gente como a gente. E no outro lado do palco estava Peggy Gou — DJ, cantora, compositora, produtora musical e fundadora da própria gravadora, a Gudu Records — que tem na impecabilidade sonora a sua marca registrada. O que torna o incidente ainda mais hilário, porque aconteceu justamente no equipamento de uma das maiores do ramo.</p>
<h2>Quando o piloto encontra os decks</h2>
<p>A cena era essa: Leclerc e Hamilton se aproximaram da mesa de som para cumprimentar a artista e sentir a vibe de perto. Leclerc deve ter encarado os decks com a mesma intensidade com que analisa o painel de um carro de F1, pensando: e esse botão aqui, o que faz? Numa fração de segundo — numa daquelas decisões impulsivas que claramente não acontecem a 300 km/h —, o monegasco esticou a mão.</p>
<h2>O som que ninguém pediu</h2>
<p>Com um toque rápido e, sejamos honestos, sem a menor ideia do que estava fazendo, Leclerc atingiu um dos botões essenciais do equipamento profissional. Um som ensurdecedor e penetrante irrompeu pelos alto-falantes. Tão inesperado e alto que ele e todos à sua volta levaram instintivamente as mãos aos ouvidos. Por um segundo, Monza deve ter pensado que um novo tipo de motor de F1 tinha sido inventado — o que produz só ruído branco em decibéis absurdos.</p>
<p>Por sorte, a situação não virou corrida para o pronto-socorro. O susto deu lugar a risadas, piadas e àquele clima gostoso de quem acabou de presenciar algo completamente inusitado. A noite terminou com as melhores impressões, provando que um pouco de humor e autoironia sempre caem bem. A lição fica: não importa o quão bom você seja no seu trabalho, mexer no equipamento alheio sem saber pode levar a resultados... interessantes. Leclerc é um gênio atrás do volante — mas talvez devesse deixar o controle das batidas para quem realmente entende do assunto. Fica a dica.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[A filha da Cardi B virou estrela da campanha da marca dela — e a rapper já respondeu os haters]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:28:08 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Se tem uma coisa que a gente sabe sobre a Cardi B, é que ela não veio pra brincadeira. E quando o assunto é família e negócios, ela mistura tudo com a maestria de quem sabe exatame…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que a gente sabe sobre a Cardi B, é que ela não veio pra brincadeira. E quando o assunto é família e negócios, ela mistura tudo com a maestria de quem sabe exatamente o que está fazendo. A última jogada da rapper foi colocar a filha Kulture, de oito anos, como estrela da nova campanha da Grow-Good Beauty, a linha de produtos para cabelo que ela lançou em março. E sim, o mundo parou pra comentar.</p>
<h2>A mini-CEO de bobes e pijama verde</h2>
<p>No comercial, Kulture aparece de pijaminha verde, bobes no cabelo e vasculhando a geladeira em busca de frutas e vegetais — os mesmos ingredientes que compõem os produtos da marca. É uma ideia divertida, com aquele toque caseiro que a Cardi sempre quis dar à Grow-Good Beauty. Afinal, a proposta da linha sempre foi chegar perto das receitas que mãe e avó usavam no cabelo, sem complicação.</p>
<p>A marca não nasceu do nada. A própria Cardi já revelou o perrengue que passou com cabelo danificado por tantas transformações ao longo da carreira. Cansada de soluções que não funcionavam, ela começou a testar receitas caseiras que aprendeu com a família — e foi daí que surgiu a ideia de criar algo próprio. Os produtos esgotaram em abril, e agora estão de volta, com Kulture dando o toque final de brilho.</p>
<h2>O mimimi da internet e a resposta da rainha</h2>
<p>Claro que, como tudo que a Cardi faz, a campanha não passou batida pelos críticos de plantão. Teve gente que torceu o nariz, questionando se era certo colocar uma criança em publicidade. Os comentários negativos começaram a pipocar assim que ela compartilhou o vídeo nas redes. Mas quem conhece a Cardi sabe que ela não guarda desaforo no bolso.</p>
<p>A resposta veio rápida e certeira: ela explicou que, para ela, aquilo não é uma simples propaganda de beleza — é uma empresa que um dia será da filha. Ponto final. Essa frase muda completamente a perspectiva: não é Kulture fazendo um bico na marca da mãe. É a Cardi apresentando à filha o que significa construir algo do zero, de forma lúdica e pessoal. Uma aula de business disfarçada de comercial de condicionador — e, convenhamos, a sacada é boa demais.</p>
<h2>Legado com bobes na cabeça</h2>
<p>Kulture já cresceu sob os holofotes. Mas essa campanha a coloca em um papel diferente: não é só filha famosa aparecendo em foto, é uma mini-empresária em treinamento que vai herdar algo construído com intenção. A Cardi não está apenas vendendo produto — está plantando uma semente. E se a estratégia funcionar tão bem quanto a primeira leva (lembra que esgotou?), Kulture vai herdar uma empresa já com fila de espera. Não é um mau começo pra ninguém.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Lagum esquenta o palco do Maroon 5 no Brasil — e começa por Rio Preto]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:27:41 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Pode separar o quilo de alimento e preparar a garganta: o Maroon 5 tá vindo pro Brasil com a turnê 'Love Is Like', e quem vai esquentar o palco pros gringos é a Lagum. A banda, que…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Pode separar o quilo de alimento e preparar a garganta: o Maroon 5 tá vindo pro Brasil com a turnê &apos;Love Is Like&apos;, e quem vai esquentar o palco pros gringos é a Lagum. A banda, que acabou de comemorar dez anos de estrada, foi escalada pra abrir os shows em três cidades — começando por São José do Rio Preto, a primeira parada da turnê no país, no dia 6 de setembro.</p>
<p>Depois, a Lagum segue pra São Paulo no dia 8 e pra Salvador no dia 9. O Maroon 5 ainda fecha a sequência no Rock in Rio em 12 de setembro.</p>
<p>O vocalista Pedro Calais não escondeu a emoção: &quot;Quando chegou o convite, eu desbloqueei uma lembrança de criança, do meu primeiro MP3 player e do carro da minha mãe — em ambos eu ouvia diariamente o primeiro álbum do Maroon 5. Me sinto honrado em dividir essas noites com eles.&quot;</p>
<p>No palco — que segundo a organização terá 50 metros de largura, 18 de altura e 20 de profundidade — o público pode esperar um arsenal de hits que marcaram gerações: &apos;Sugar&apos;, &apos;She Will Be Loved&apos;, &apos;Moves Like Jagger&apos;, &apos;Animals&apos; e &apos;Memories&apos; estão na lista de clássicos prometidos.</p>
<p>E pra quem quer economizar na entrada: ingressos das modalidades Pista e Pista Premium têm 60% de desconto pra quem levar 1 kg de alimento, revertido ao Fundo Social de Solidariedade. Uma boa ação com trilha sonora ainda melhor.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[A Rainha Bey fez 45 e o Jay-Z entregou o presente que a gente só sonha]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 12:10:06 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[Segura essa: a Beyoncé completou 45 anos. E se você achou que ia rolar um bolinho simples com brigadeiro, pensou muito, muito errado. Quando o seu marido é o Jay-Z, as coisas escal…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Segura essa: a Beyoncé completou 45 anos. E se você achou que ia rolar um bolinho simples com brigadeiro, pensou muito, muito errado. Quando o seu marido é o Jay-Z, as coisas escalam para outro nível — ao vivo, na frente de um estádio lotado, para o mundo inteiro ver e re-ver nas redes sociais.</p>
<h2>Aniversário no palco: o grande momento em Londres</h2>
<p>A cena digna de filme aconteceu em 4 de setembro, durante um show do Jay-Z em Londres, parte da turnê JAŸ-Z 30 Tour. A Beyoncé estava lá, curtindo a performance do marido de uma suíte VIP, acompanhada de amigos, sem a menor suspeita do que estava por vir. É aquele tipo de situação que parece roteiro: você vai ao show do cônjuge como espectadora e acaba sendo o maior momento da noite.</p>
<p>De repente, o Jay-Z — que tem 56 anos e claramente sabe exatamente o que está fazendo — fez uma pausa no show. Pediu para a produção focar as câmeras na Bey, e a imagem dela apareceu gigante nos telões do estádio. O público foi à loucura na mesma hora: palmas, gritos, todo mundo já sacando que algo épico estava prestes a acontecer. A Beyoncé sorriu, mandou beijos e acenou para a multidão, toda diva, como se fosse a coisa mais natural do mundo ter um estádio inteiro olhando pra você enquanto você só tentava curtir o show do seu marido.</p>
<p>Foi aí que o Jay-Z começou a cantar &quot;Happy Birthday&quot;, e o estádio inteiro virou um coro gigantesco. Pensa num karaokê, mas com milhares de pessoas e uma produção de turnê mundial.</p>
<h2>Fogos no céu: a coroação da rainha</h2>
<p>Mas a surpresa tinha um plot twist digno de Hollywood: no auge do coro coletivo, o céu de Londres se iluminou com um espetáculo de fogos de artifício. O que já era um momento especial virou um birthday spectacle de verdade — aquele tipo de comemoração que você não esquece, não pelo presente em si, mas pela escala toda do gesto.</p>
<p>A Beyoncé, lá na suíte, não escondeu o impacto. O sorriso não saía do rosto, ela acenou de novo, olhou para o céu iluminado pelos fogos e chegou a moldar um &quot;Oh my God&quot; com os lábios — a reação mais real e espontânea possível de alguém que, mesmo sendo uma das maiores artistas do planeta, ainda consegue ser surpreendida. Depois de toda essa grandiosidade, Jay-Z voltou ao setlist normalmente, mas a noite já estava marcada para sempre na memória de quem estava no estádio e, claro, nas redes sociais, onde o vídeo viralizou rapidamente.</p>
<h2>Amor de mãe: o outro recado que importou</h2>
<p>As comemorações não ficaram só no show. A mãe da Beyoncé, Tina Knowles, também fez questão de homenagear a filha com uma postagem emocionante nas redes sociais. Ela não ficou só no &quot;parabéns&quot; protocolar: falou sobre o caráter da Beyoncé, sobre como ela, mesmo com toda a pressão e o holofote permanente em cima, continua sendo uma pessoa que ama, que apoia as pessoas ao redor e que escreve a própria história com autenticidade. Um recado que mostra a base sólida que sustenta uma carreira desse tamanho — porque por trás da rainha existe uma família que ainda torce e se emociona de verdade.</p>
<p>E claro: um momento como esse não tinha como não virar viral. Vídeos do Jay-Z cantando parabéns, da Beyoncé sorrindo nos telões, dos fogos explodindo sobre o estádio de Londres — tudo circulou pelo mundo em questão de segundos. Quando o seu marido para um show inteiro, aponta as câmeras pra você e acende o céu, a internet não perdoa: ela grava, posta e compartilha até o fim dos tempos.</p>
<p>Parabéns, Queen Bey. Que venham muitos outros anos — e que as surpresas continuem sendo à altura.</p>]]></content:encoded>
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    <item>
      <title><![CDATA[Anya Taylor-Joy vem aí pra matar a família (na ficção!) na nova série da Netflix]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 10:49:50 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[TV]]></category>
      <description><![CDATA[Se preparem: Anya Taylor-Joy está prestes a causar de novo na televisão, e desta vez o palco é uma série que já chega com nome impactante, produtora de peso e um livro com mais de …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se preparem: Anya Taylor-Joy está prestes a causar de novo na televisão, e desta vez o palco é uma série que já chega com nome impactante, produtora de peso e um livro com mais de 1,2 milhão de cópias vendidas nas costas. &apos;How to Kill Your Family&apos; é a nova produção da Netflix que promete misturar estilo, humor ultra ácido e uma trama das que grudam — do tipo que você começa um episódio às 22h e termina a temporada às 4h da manhã sem sentir.</p>
<p>Para entender por que Anya neste papel faz tanto sentido, vale lembrar de onde ela veio. Nascida em Miami, criada com um pé na Argentina e outro em Londres, Anya-Josephine Marie Taylor-Joy começou a buscar uma carreira de atriz aos 16 anos — e não demorou muito para o mundo prestar atenção. A virada aconteceu com &apos;A Bruxa&apos; (2015), terror que ela carregou nas costas com uma presença perturbadora bem acima do esperado para alguém tão nova na profissão. De lá pra cá, o currículo só foi se tornando mais eclético e mais impressionante: &apos;Fragmentado&apos; (2016) e sua sequência &apos;Vidro&apos; (2019), a comédia negra &apos;Thoroughbreds&apos; (2017), o drama criminal &apos;Peaky Blinders&apos; (2019–2022) e a sofisticadíssima adaptação de &apos;Emma&apos; (2020). Ela transita entre terror, comédia e drama de época com uma facilidade que pouquíssimas atrizes da geração conseguem — e essa versatilidade toda faz dela a escolha óbvia, quase inevitável, para viver Grace Bernard.</p>
<p>E quem é Grace Bernard? É aí que a história fica interessante, e um pouquinho sombria. Grace cresceu ignorada pelo próprio pai, rico e sem escrúpulos, que nunca lhe deu a atenção nem o reconhecimento que ela merecia. Quando a mãe morre e a família abastada do pai resolve virar as costas para ela de forma bem explícita, Grace decide que acabou o tempo de ser a vítima da história. Com raiva e amargura canalizadas para um plano meticuloso e frio, ela começa a eliminar os parentes um por um — de maneiras criativas e, digamos, bem doentias —, de olho na fortuna que considera sua por direito. Quem nunca sonhou com uma vingança épica contra um familiar difícil que atire a primeira pedra, mas a Grace foi longe demais. E é exatamente isso que vai tornar a série imperdível.</p>
<p>Por trás da produção está a Sid Gentle Films, a mesma empresa responsável pelo fenômeno global &apos;Killing Eve&apos; — o que já é uma garantia de que a estética vai ser cinematográfica, o ritmo vai ser afiado e o carisma da protagonista vai ter espaço pra respirar. O roteiro é assinado por Emma Moran, que assumiu a missão de traduzir o sarcasmo cortante do livro de Bella Mackie para a televisão. O elenco de apoio também não é de dar moleza: ao lado de Anya, aparecem nomes como Clive Owen, Orlando Norman e David Shields. Com as gravações programadas para o outono, a série se desenha como uma das apostas mais aguardadas da Netflix para os próximos meses.</p>
<p>Vingança, herança polpuda, humor negro e uma família disfuncional riquíssima: é o combo perfeito para quem curte drama com uma boa dose de ironia e maldade bem-humorada. Que venham os assassinatos mais estilosos da televisão.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Plot twist! Luana Piovani, Pedro Scooby e Cíntia Dicker juntos na festa dos gêmeos]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 10:11:23 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Celebridades]]></category>
      <description><![CDATA[Segura esse babado! O que era pra ser uma festa de aniversário comum virou o maior evento do fim de semana nas redes sociais. Uma foto de família postada no domingo (6) fez o Brasi…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Segura esse babado! O que era pra ser uma festa de aniversário comum virou o maior evento do fim de semana nas redes sociais. Uma foto de família postada no domingo (6) fez o Brasil todo dar uma boa pausa no scroll e exclamar algo entre o &apos;ai, que tudo!&apos; e o &apos;espera, como assim?&apos;. Nela, Luana Piovani, Pedro Scooby e Cintia Dicker aparecem juntinhos celebrando os 11 anos dos gêmeos Bem e Liz — crianças que, nesse momento, provavelmente só queriam comer bolo em paz, sem saber que viraram protagonistas involuntárias do maior plot twist do domingo.</p>
<p>A foto foi publicada por Francis Piovani, mãe da Luana, e ainda contou com a presença de Dom, filho mais velho de Luana e Scooby, e da pequena Aurora, filha do surfista com Cintia. Os gêmeos fazem aniversário no dia 31 de agosto, e a festa serviu de palco para o reencontro que ninguém tinha na bingo card — afinal, a gente estava bem mais acostumado a ver manchetes sobre farpas trocadas nas redes do que sobre abraços e bolo compartilhado entre ex-casais.</p>
<p>Pra entender o tamanho da cena, vale um segundo de contexto. Luana Piovani é atriz, apresentadora, ativista e produtora — uma das figuras mais reconhecidas da televisão brasileira, com trajetória que vai da passarela aos prêmios como o Grande Otelo e o APCA. Pedro Scooby é surfista luso-brasileiro de freesurf, figura pública que raramente passa despercebida. Cintia Dicker é atriz e modelo. São três personalidades que, individualmente, já atraem câmera. Juntas numa mesma foto de festa de aniversário, então, era inevitável que o post viralizasse antes do segundo pedaço de bolo.</p>
<p>A &apos;família margarina&apos; que ninguém esperava</p>
<p>O que deixou a galera de queixo caído é que essa reunião aconteceu poucos dias depois de Pedro Scooby e Cintia Dicker confirmarem o fim do relacionamento de cerca de sete anos. Sete anos. Eles terminaram, deram a notícia pro mundo, e dias depois estavam os dois numa festa de aniversário, lado a lado, com a família toda. Pra quem achava que separação significava afastamento imediato e stories indiretos, essa imagem chegou como um lembrete de que a vida real é bem mais complicada — e, às vezes, bem mais bonita — do que a narrativa das redes sociais.</p>
<p>O casal deixou claro, ao confirmar o término, que a responsabilidade com a filha Aurora continua intacta. E provaram isso na prática, sem precisar postar um comunicado de três parágrafos ou uma nota à imprensa. A imagem já disse tudo. A reunião familiar mostrou que, mesmo com as reviravoltas da vida adulta, o foco nas crianças e nos laços construídos ao longo dos anos é o que permanece quando o romance vai embora.</p>
<p>E por falar em laços: Scooby já tinha revelado o quanto os filhos mais velhos se apegaram a Cintia durante esses anos todos. &apos;Eles amavam ela como se fosse uma segunda mãe&apos;, disse o surfista ao falar sobre o impacto da separação para Dom, Bem e Liz. Ou seja, Cintia não era só a namorada do pai — ela virou referência afetiva pras crianças, e isso não some com o fim de um relacionamento. A foto do domingo prova exatamente isso.</p>
<p>Depois da treta, a harmonia — é a vida!</p>
<p>Se a gente achava que o fim de semana já estava cheio de informação, essa aparição conjunta veio embalada num contexto ainda mais carregado. A semana anterior tinha sido agitada: Luana tornara pública uma preocupação com os cuidados dos filhos, citando problemas envolvendo Liz e Bem. Scooby não deixou barato, rebateu as declarações e apresentou sua versão dos episódios — o que deu início a mais uma rodada de trocas de manifestações nas redes sociais, com direito ao público dividido e opinião de todo mundo que nunca esteve perto daquela família.</p>
<p>E quem diria que, depois de tanto barraco virtual, a imagem que encerraria a semana seria justamente essa — todo mundo junto, na festa, em volta das crianças. A vida tem um senso de humor peculiar, e esse fim de semana foi uma prova disso. No fim das contas, a foto mostra que, apesar das diferenças, dos desentendimentos públicos e das trocas de farpas online, o bem-estar das crianças parece ser o ponto em que todos conseguem se encontrar. Ver essa reunião, pelo menos por um dia, é muito mais interessante do que qualquer rodada de indiretas. Quem concorda respira fundo e vai buscar mais bolo.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Rock in Rio: do sol escaldante à tempestade, o festival virou um reality show meteorológico]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 09:41:33 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Se a gente achava que o Rock in Rio já tinha entregue todo o babado com o calor infernal do primeiro dia, a natureza resolveu dar um olá bem dramático para o segundo. Esqueçam o mo…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se a gente achava que o Rock in Rio já tinha entregue todo o babado com o calor infernal do primeiro dia, a natureza resolveu dar um olá bem dramático para o segundo. Esqueçam o mormaço pegajoso e o protetor solar: o kit essencial para a Cidade do Rock passou a incluir capa de chuva, galochas e, quem sabe, um guarda-chuva reforçado para não sair voando com o vento. O festival que a gente ama pela música e pelos perrengues épicos ganhou mais um capítulo na saga &quot;eu fui e sobrevivi&quot;.</p>
<h2>Virada radical: do bronzeado à batalha contra o vento</h2>
<p>No primeiro dia, a barra foi pesada: termômetros marcando 34ºC na Cidade do Rock. A galera se virou como pôde para não virar churrasquinho humano, e os contratados do festival entraram em campo também — na entrada, borrifavam água no público num esforço coletivo e digno de nota para aplacar o calorão. Pequeno gesto, mas muito bem-vindo quando você está parado no asfalto debaixo de um sol sem dó.</p>
<p>Mas, como a vida de festival é cheia de surpresas, o Centro de Operações Rio soltou o alerta: o segundo dia prometia chuva e ventos fortes. Segundo o Sistema Alerta Rio, a combinação entre áreas de instabilidade e o deslocamento de uma frente fria foi a responsável pela mudança brusca no tempo. A vibe &quot;verão carioca escaldante&quot; foi trocada por um clima mais instável e imprevisível — só que com muito mais caos musical de fundo.</p>
<h2>A gambiarra que é patrimônio imaterial</h2>
<p>E a criatividade dos fãs, convenhamos, é algo de se aplaudir de pé. Os que chegaram cedo para garantir a grade do Palco Mundo — aquela disputa acirrada de quem fica grudadinho na frente — tiveram que encarar o calorão antes mesmo de qualquer previsão de chuva, e apelaram para a boa e velha gambiarra brasileira. Liz, fã do Foo Fighters, resumiu o perrengue com precisão cirúrgica: &quot;A gente pegou umas lixeiras que tinha lá fora, fez umas barracas e foi se adaptando com o clima.&quot; Ivan Rolim, de 30 anos, foi na mesma vibe: &quot;Conseguimos comprar sombrinhas para ficar e improvisar uns latões de lixo para fazer sombra.&quot;</p>
<p>Duas histórias, um mesmo ensinamento: o brasileiro não desiste nunca. A gente faz barraca de lixeira, transforma latão em toldo e ainda acha tempo para tirar foto para o story. É quase uma arte marcial adaptativa.</p>
<h2>E agora, com chuva e vento?</h2>
<p>Diante da previsão, a pergunta que não quer calar é: como se preparar para curtir do mesmo jeito? Se no dia do sol a estratégia foi a do &quot;menos é mais&quot; — roupas leves, ventilador de mão, água na garrafinha —, agora a aposta era na moda &quot;eu me protejo e continuo estiloso(a)&quot;, mesmo que o estilo seja um poncho de plástico transparente. Botas de borracha, capas coloridas e calças impermeáveis viram os novos acessórios obrigatórios. Afinal, ninguém quer perder o refrão favorito por estar encharcado, com frio e com tênis destruído.</p>
<p>E, convenhamos, um pogo na lama também faz parte da experiência — tem até um charme de festival de rock clássico nisso tudo. O tempo virou, a temperatura despencou, mas a fila continuou. Portões abertos, público entrando, e o espírito coletivo que só festival presencial consegue criar tomando conta da Cidade do Rock mais uma vez.</p>
<p>É nessas horas que o negócio fica bonito de verdade: a união da galera para achar um cantinho menos molhado, as risadas nervosas quando o vento quase leva o chapéu, a solidariedade de quem divide uma capa com o desconhecido do lado. O tempo pode virar — e virou —, mas a paixão pela música e pelo evento em si permanece inabalável. Que venha a chuva, que venha o vento. A playlist não para.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[robert pattinson e suki waterhouse: o beijo em veneza que fez a internet pirar]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 09:24:32 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
      <description><![CDATA[Segura essa: Robert Pattinson e Suki Waterhouse, o casal mais low-profile de Hollywood, quebraram o protocolo e entregaram tudo em público. E não foi em qualquer lugar — foi no gla…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Segura essa: Robert Pattinson e Suki Waterhouse, o casal mais low-profile de Hollywood, quebraram o protocolo e entregaram tudo em público. E não foi em qualquer lugar — foi no glamour do 83º Festival Internacional de Cinema de Veneza. A emoção falou mais alto, e quem somos nós pra reclamar de um beijo daqueles, né?</p>
<p>Pra quem viveu numa caverna nos últimos quinze anos: o Pattinson é aquele ator britânico que a gente ama desde que ele era o Cedrico Diggory em Harry Potter e o Cálice de Fogo e, logo depois, o vampiro Edward Cullen na saga Crepúsculo — fenômeno cultural que dividiu opiniões mas marcou uma geração inteira entre 2008 e 2012. Mais recentemente, ele entregou um Batman sombrio e contido em The Batman (2022) que não deixou ninguém indiferente, e está entre os atores mais bem pagos do mundo hoje em dia. Em 2010, a revista Time o elegeu uma das cem pessoas mais influentes do planeta. O cara claramente não brinca em serviço.</p>
<p>E a Suki não fica atrás, nem de longe. Alice Suki Waterhouse começou a modelar aos 16 anos e foi rosto de marcas como Burberry, Tommy Hilfiger e Hugo Boss. Mas parou no primeiro desfile? Que nada. Ela seguiu carreira como atriz — apareceu em filmes como Love, Rosie (2014) e Detective Pikachu (2019) — e ainda lançou uma carreira musical. O papel que mais chamou atenção do público foi o de Karen Sirko na minissérie Daisy Jones &amp; The Six (2023), drama musical que virou hit imediato. Cantora, modelo, atriz: juntos, ela e o Rob formam um combo de talento que dá gosto de acompanhar.</p>
<p>O motivo da aparição em Veneza foi a pré-estreia do novo filme do Rob, Primetime. Mas a mágica rolou depois da projeção, longe dos flashes calculados do tapete vermelho. Quando o filme terminou, o público aplaudiu por uns intermináveis oito minutos — oito minutos, gente. Os nomes do diretor Lance Oppenheim e de Phoebe Bridgers, que faz sua estreia no cinema com o filme, foram aclamados naquele salão. E no meio daquele turbilhão de reconhecimento, a Suki, visivelmente emocionada e orgulhosa, não se aguentou: se virou pro Robert e deu um beijo na boca daqueles de cinema mesmo, espontâneo, cheio de amor. A cena foi filmada e imediatamente virou assunto do dia nas redes sociais. É o amor, aquele que não cabe no peito.</p>
<p>Eles tinham aparecido juntos no tapete vermelho no sábado, 5 de setembro, exalando estilo. O Rob escolheu um terno branco com gravata vermelha — um luxo clássico. A Suki foi na linha romântica, com um vestido verde de estampa floral que era a cara da primavera europeia. Os looks estavam impecáveis, mas vamos ser sinceros: ninguém ficou olhando só pras roupas depois daquele beijo.</p>
<p>Nem só de romance vive o Festival de Veneza, claro. O filme também merece atenção, afinal foi ele que trouxe o Pattinson até lá. Em Primetime, ele interpreta uma versão ficcional do jornalista e apresentador Chris Hansen, famoso nos EUA pelo programa To Catch a Predator, exibido dentro do Dateline NBC entre 2004 e 2007. Era um formato polêmico, pra dizer o mínimo: operações com câmeras escondidas para flagrar homens que acreditavam que iriam se encontrar com menores de idade que haviam conhecido online. Um tema pesado, complexo, e que até hoje gera discussão sobre os limites do jornalismo televisivo.</p>
<p>A produção é inspirada em parte por um artigo da revista Esquire publicado em 2007 e promete dramatizar os eventos e as contradições em torno desse tipo de cobertura jornalística, numa abordagem ficcional que vai além do sensacionalismo. É a cara do Rob topar um projeto que vai muito além do blockbuster e que carrega drama real e discussão ética por trás das câmeras. Pelo jeito, ele continua escolhendo trabalhos que desafiam expectativas — e o aplauso de oito minutos em Veneza sugere que a aposta valeu a pena.</p>
<p>Entre um tema denso e um tapete vermelho cheio de estrelas, o que a gente leva de Veneza é simples: o amor verdadeiro sempre encontra um jeito de brilhar — mesmo que seja num beijo espontâneo que quebra a internet.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Bad Bunny fez história no Emmy: Super Bowl LX levou 7 troféus e bateu recorde]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 09:11:11 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[Bad Bunny não é exatamente um artista que faz as coisas pela metade. Benito Antonio Martinez Ocasio — esse é o nome que a certidão de nascimento conhece — canta, produz, atua e ain…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Bad Bunny não é exatamente um artista que faz as coisas pela metade. Benito Antonio Martinez Ocasio — esse é o nome que a certidão de nascimento conhece — canta, produz, atua e ainda se aventura no wrestling profissional, como se o dia tivesse mais horas pra ele do que pra todo mundo. É o chamado &quot;Rei do trap latino&quot;, creditado por ter levado o rap em espanhol ao mainstream global, e uma das figuras mais improváveis e inevitáveis da cultura pop contemporânea. Mas o que aconteceu na noite de sábado, dia 5 de setembro, em Los Angeles, foi mais um daqueles momentos que param e fazem a gente perguntar: até onde esse cara vai?</p>
<p>Na primeira noite dos Emmys 2026, realizada no Peacock Theater, o The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny saiu da cerimônia com sete troféus — mais do que qualquer outro halftime show na história do prêmio. É mole?</p>
<p>O principal deles foi o Emmy de Melhor Especial de Variedades (Ao Vivo), um dos mais cobiçados da noite. Bad Bunny foi reconhecido tanto como estrela quanto como produtor do espetáculo — o que já diz muito sobre o nível de controle criativo que ele exerce sobre tudo que coloca o nome. Para ter a dimensão exata do peso disso: essa é apenas a segunda vez na história que um show do intervalo do Super Bowl conquista essa categoria. A primeira foi com a apresentação icônica de Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, Kendrick Lamar e 50 Cent, em 2022. Ou seja, a lista tem dois nomes, e Bad Bunny é um deles.</p>
<p>Além do prêmio principal, o show entrou para a história como o primeiro programa em espanhol a ganhar na categoria de melhor especial de variedades ao vivo. As outras seis estatuetas reconheceram a direção musical, a direção cênica, o som, a coreografia, a iluminação e a direção técnica com cinematografia. Basicamente: tudo o que faz um show ser um show. Aquela apresentação do Super Bowl LX já tinha feito o planeta inteiro parar e falar; agora é oficial, com placa e tudo, que foi um dos maiores espetáculos televisivos dos últimos anos.</p>
<p>E a chuva de Emmys chega em boa companhia no currículo de 2026. Em fevereiro deste ano, Bad Bunny se tornou o primeiro artista a ganhar o Grammy de Álbum do Ano com um disco inteiramente em espanhol, graças ao DeBÍ TiRAR MáS FOToS. Dois marcos históricos no mesmo ano, em indústrias diferentes, com o mesmo protagonista. A influência dele claramente não respeita fronteiras — nem de idioma, nem de formato, nem de prêmio.</p>
<p>Como se não bastasse, outro projeto com Bad Bunny também saiu premiado na mesma noite. O episódio de estreia da 51ª temporada do Saturday Night Live, no qual ele foi o apresentador, ganhou o Emmy de Melhor Maquiagem para Programa de Variedades, Não-ficção ou Reality. Da música ao humor, do estúdio de gravação ao palco do SNL: o crossover para a televisão americana não foi sorte nem acaso — foi construção.</p>
<p>A noite, claro, teve outras histórias. Taylor Swift concorreu com o especial de encerramento de sua turnê Eras Tour, mas o prêmio acabou indo para The Muppet Show — e ninguém viu essa vir. Sabrina Carpenter, que estava entre as produtoras executivas e performers do especial dos Muppets, garantiu seu primeiro Primetime Emmy e comemorou como merecia. Julie Andrews, com quase 91 anos, ganhou seu segundo Emmy consecutivo pela voz de Lady Whistledown em Bridgerton, tornando-se a mulher mais velha a conquistar um Primetime Emmy. Uma lenda que definitivamente não sai de moda. Programas como The Late Show With Stephen Colbert, South Park e The Pitt também receberam suas estatuetas.</p>
<p>Mas os sete Emmys de Bad Bunny foram, sem dúvida alguma, o maior highlight da noite. A cerimônia principal ainda acontece na segunda-feira, dia 14 de setembro, com Mariska Hargitay como apresentadora — só que Bad Bunny já garantiu o seu lugar na história desta edição muito antes disso. A pergunta agora é simples, e não tem resposta fácil: o que mais esse cara vai aprontar?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Ingrid Guimarães e Mônica Martelli: A Coincidência de Gravidez Que Parece Roteiro de Filme]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 08:49:22 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Celebridades]]></category>
      <description><![CDATA[Imagina só: você e sua melhor amiga não só engravidam mais ou menos na mesma época, como as filhas nascem na mesma semana. Parece exatamente o tipo de coincidência que você colocar…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Imagina só: você e sua melhor amiga não só engravidam mais ou menos na mesma época, como as filhas nascem na mesma semana. Parece exatamente o tipo de coincidência que você colocaria num roteiro e o produtor devolveria com um bilhetinho dizendo &apos;pouco crível&apos;. Mas foi exatamente isso que Ingrid Guimarães e Mônica Martelli revelaram que aconteceu com elas — as atrizes contaram a coincidência sobre as gestações e o nascimento das filhas, e a gente aqui ficou morrendo de amores.</p>
<h2>As rainhas da comédia e da tela grande</h2>
<p>Pra quem ainda não pegou a referência — o que é quase impossível vivendo no Brasil — Ingrid Guimarães é um fenômeno de proporções bem documentadas. Atriz, produtora, roteirista e apresentadora, ela é reconhecida como um dos maiores nomes do cinema brasileiro e ostenta um título que não é fácil de carregar: é a atriz recordista de bilheteria do cinema nacional neste século, com mais de 23 milhões de espectadores somados em todos os seus filmes. Vinte e três milhões. É um número que fala por si só. A mulher não é só um nome na marquise — ela é uma instituição.</p>
<p>E não é só quantidade: a qualidade do trabalho de Ingrid é reconhecida por quem entende do assunto. Ela foi honrada no Festival de Gramado com o Troféu Cidade de Gramado pela contribuição com o cinema nacional — um prêmio que vai muito além das gargalhadas que ela arranca do público e que prova que sua presença no audiovisual brasileiro é histórica.</p>
<p>Ao lado dela, brilhando tanto quanto, está Mônica Martelli. Conhecida pelo nome artístico, Mônica — cujo nome completo é Mônica Garcia Assis — é atriz de cinema, comediante, dramaturga, cronista, escritora, diretora, jornalista e apresentadora. Estrela do filme Minha Vida em Marte, ela construiu uma carreira inteira em torno de algo que parece simples mas exige talento de sobra: abordar temas femininos com leveza e humor, representando a figura da mulher em seus filmes de um jeito que ressoa de verdade com o público. É o tipo de trabalho que faz rir e pensar ao mesmo tempo — e poucas pessoas no Brasil fazem isso com a elegância de Mônica.</p>
<h2>Sincronia de outro nível: da tela para a maternidade</h2>
<p>A gente já sabia que a conexão entre as duas era forte. São atrizes que se movem em universos parecidos, que entendem o que é construir uma carreira no audiovisual brasileiro sendo mulher, que sabem do peso e da leveza que isso carrega. Mas a história das filhas nascendo na mesma semana é outro nível de sincronia.</p>
<p>O que torna a revelação ainda mais especial é que a coincidência não se limitou ao parto — ela veio lá de dentro da gestação mesmo. As próprias atrizes contaram isso, como se o universo tivesse decidido que a amizade das duas merecia um capítulo extra, escrito a quatro mãos e com timing perfeito. Não basta fazer sucesso juntas, ter carreiras que se espelham em talento e dedicação: tinha que haver o mesmo timing até para trazer uma herdeira ao mundo.</p>
<p>É o tipo de história que faz questionar se existe um roteiro universal para melhores amigas — e, se existir, Ingrid e Mônica claramente leram o mesmo exemplar. Enquanto a maioria de nós mal consegue combinar um café que funcione para as duas agendas, o universo parece ter coordenado o nascimento das filhas delas. Isso não é só coincidência, é amizade funcionando em frequência própria.</p>
<h2>Uma amizade que a gente acompanha de longe e admira de perto</h2>
<p>Quando Ingrid e Mônica compartilham momentos assim — tão íntimos e tão reais — a gente se sente estranhamente próximo das duas. Há algo de muito honesto em duas mulheres que vivem debaixo de holofotes escolherem dividir uma história tão pessoal quanto essa. A maternidade não é pauta fácil, e falar sobre ela com a mesma leveza com que as duas conduzem suas carreiras é, em si, um ato que diz muito sobre quem elas são.</p>
<p>Imagina as conversas, as trocas, os perrengues divididos entre duas comediantes experientes que de repente estão navegando pelas mesmas águas ao mesmo tempo. A gente só pode sonhar em ser a mosquinha na parede de qualquer encontro delas nessa fase.</p>
<p>E se a próxima grande coincidência for as filhas decidirem seguir carreira artística juntas daqui a alguns anos? Alguém vai se surpreender? A gente não.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Setembro na Grécia é outono. No Brasil? É outra vibe, migles]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 08:10:09 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
      <description><![CDATA[A gente ama uma plantinha. Um verdinho pra alegrar a varanda, o parapeito, o cantinho de luz que sobrou no apartamento. E quando aparece uma lista de jardinagem circulando pela int…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A gente ama uma plantinha. Um verdinho pra alegrar a varanda, o parapeito, o cantinho de luz que sobrou no apartamento. E quando aparece uma lista de jardinagem circulando pela internet, a vontade de seguir o conselho é quase automática. O problema é que a internet não tem hemisfério e esse detalhe muda absolutamente tudo.</p>
<p>Chegou até a gente uma matéria da Grécia listando sete plantas que você não deveria arriscar plantar em setembro. A lógica é boa e bem explicada: por lá, setembro é um mês traiçoeiro para o jardim. O tempo ainda parece quente, o visual do verão não desapareceu completamente, mas as plantas já sentem que algo mudou. Os dias encurtam, as temperaturas começam a cair, o outono bate na porta. Plantar espécies que amam calor intenso nesse momento, lá, é convidar frustração: a planta chega bonita na loja, vai bem por algumas semanas e começa a definhar exatamente quando você esperava que ela desabrochasse. Faz sentido total — no Hemisfério Norte.</p>
<h2>O Brasil está na festa oposta</h2>
<p>Enquanto a Grécia se prepara para o frio, o Brasil está vivendo o movimento contrário. Setembro aqui é primavera: o inverno vai embora, o sol volta com disposição, os dias ficam mais longos e as temperaturas sobem. É quase ofensivo comparar os dois calendários sem avisar de qual lado do Equador você está lendo.</p>
<p>O que o jardineiro grego deve evitar por causa do outono que se aproxima é, muitas vezes, exatamente o que o brasileiro está na hora certa de plantar. Usar as dicas deles sem adaptação é o equivalente a pegar um guia de moda de inverno europeu e aplicar em fevereiro no Rio de Janeiro. A roupa existe, o conselho faz sentido em algum lugar do mundo, mas não aqui, não agora.</p>
<h2>Planta por planta, com o chapéu brasileiro na cabeça</h2>
<p>Manjericão: Na Grécia, ele ama calor e dificilmente se estabelece antes de o frio chegar. No Brasil, setembro é um ponto de partida razoável, especialmente nas regiões mais quentes. No Sul, onde a primavera ainda guarda alguma cautela, vale esperar mais algumas semanas. A lógica é oposta à grega.</p>
<p>Petúnia: Por lá, os dias encurtando prejudicam o florescimento de um novo plantio. Aqui, setembro é exatamente quando os dias começam a crescer — as petúnias entram numa vibe de luz e calor crescentes, condição que adoram. A ideia de dias encurtando em setembro no Brasil é uma piada de mau gosto com a astronomia.</p>
<p>Gerânio: O problema grego é adaptar um novo plantio antes de o frio chegar. No Brasil, um gerânio plantado em setembro tem luz crescente e temperatura subindo — condições quase ideais para se estabelecer e florescer com vontade.</p>
<p>Buganvília: Na Grécia, plantar perto do outono é arriscado porque o frio vem rápido demais para a planta criar raízes. No Brasil, iniciar o plantio em setembro dá à buganvília tempo para pegar firme antes dos meses mais intensos do verão. Ótima pedida, ao contrário do conselho original.</p>
<p>Hibisco: Por lá, setembro já não oferece luz e calor suficientes para um novo plantio prosperar. Aqui, o hibisco tem tudo o que ama pela frente. Plantar agora é deixar a planta se adaptar com calma antes dos meses mais quentes chegarem de vez.</p>
<p>Lantana: Resistente e fanática por sol, a lantana precisa de bastante tempo de calor pela frente para se instalar bem. Na Grécia, setembro já não oferece essa janela. No Brasil, setembro é exatamente quando essa janela começa a se abrir.</p>
<p>Tomate-cereja: Precisa de sol e calor para crescer e produzir. Em boa parte do Brasil, setembro é a janela certa para iniciar o cultivo — luminosidade e temperatura só têm a ganhar a partir de agora, e a planta chega produtiva justamente no pico do verão.</p>
<h2>A moral da história</h2>
<p>As dicas gregas são válidas e bem fundamentadas — dentro do contexto delas, que não é o nosso. O artigo original até reconhece que o clima local faz diferença e que regiões com outono mais ameno podem ter condições distintas. O ponto é que essa ressalva, lá, vale para cidades com inverno mais suave na Grécia. Aqui, a ressalva é estrutural: é outra estação, outro hemisfério, outra lógica inteira.</p>
<p>Antes de plantar ou arrancar tudo com base em qualquer conselho que apareça na timeline, a primeira pergunta é sempre a mesma: qual estação está acontecendo aqui, agora, na sua cidade? Jardim não tem algoritmo universal. Tem sol, tem solo e tem a janela certa — e no Brasil, em setembro, essa janela acabou de abrir.</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[Stranger Things volta, Netflix carrega setembro e seus planos estão oficialmente cancelados]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 07:28:48 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[TV]]></category>
      <description><![CDATA[Quem tava achando que o ano ia terminar em banho-maria na frente da tela, a Netflix chegou pra provar que não. Setembro está carregado de estreias, retornos e clássicos que promete…]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quem tava achando que o ano ia terminar em banho-maria na frente da tela, a Netflix chegou pra provar que não. Setembro está carregado de estreias, retornos e clássicos que prometem sequestrar seu fim de semana — e, muito provavelmente, sua vida social inteira. É o tipo de mês que faz cancelar planos deixar de ser preguiça e virar estratégia cultural.</p>
<p>O grande evento do mês é o retorno ao universo de Hawkins: no dia 17 de setembro chega Stranger Things: Tales From &apos;85, um mergulho fundo nos anos 1980 que os fãs já estavam esperando há tempo. A série foi criada, escrita e dirigida pelos irmãos Matt e Ross Duffer para a Netflix — ficção científica, terror, suspense e drama adolescente numa só tacada — e virou fenômeno global desde a primeira temporada. O elenco foi crescendo com o tempo: Winona Ryder e David Harbour estavam lá desde o começo, junto com Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Cara Buono e Matthew Modine. Depois, temporada a temporada, chegaram Sadie Sink, Dacre Montgomery, Sean Astin, Paul Reiser, Maya Hawke, Priah Ferguson, Brett Gelman, Jamie Campbell Bower, Linda Hamilton e Nell Fisher — uma lista que já dá trabalho só de ler. Com Tales From &apos;85, o universo se expande mais uma vez, e qualquer migalha nova de Hawkins já é tratada como banquete pela galera. Honestamente, com razão.</p>
<p>Pra quem curte crime com sotaque britânico e muito estilo, The Gentlemen volta com a segunda temporada no dia 3 de setembro. A primeira temporada prendeu a atenção com intrigas, humor ácido, personagens moralmente dúbios e reviravoltas que chegam sem pedir licença. O segundo round mantém o nível? A gente vai descobrir junto — de preferência sem sair do sofá.</p>
<p>E falando em transição de palco: Alix Earle, fenômeno do TikTok, estreia no dia 4 de setembro com o reality Earle Meets World. A pergunta que fica no ar é se a espontaneidade que funciona tão bem nas redes sociais vai sobreviver ao formato televisivo — ou se a gente vai finalmente ver o lado B da vida de influenciadora que o feed geralmente esconde com filtro e boa iluminação. Reality show sempre foi bom em destruir ilusões, e esse não vai ser diferente.</p>
<p>Para os fãs de true crime e histórias que assombram de verdade, a antologia Monster apresenta agora Monster: The Lizzie Borden Story, com Ella Beatty no papel principal. Lizzie Borden é uma das figuras mais misteriosas do crime norte-americano do século XIX — um caso que gerou dúvidas e teorias que sobreviveram até hoje. Só um conselho: não vai deixar machado embaixo da cama depois de assistir, tá?</p>
<p>E pra fechar o mês com nostalgia na veia, a plataforma despeja um arsenal de clássicos que cobrem praticamente todos os humores possíveis. Crazy Rich Asians pra quem quer glamour asiático e romance exagerado do bom. O Poderoso Chefão pra quem ainda não assistiu — sim, essa pessoa existe — ou pra quem quer reassistir pela quarta vez e fingir que é pesquisa cultural. Como Perder um Homem em 10 Dias e As Branquelas chegam pra quem precisa de comédia sem culpa. E Hotel Transilvânia aparece pra salvar a sessão em família quando ninguém consegue decidir o que ver. Setembro cobre tudo: maratona solo, noite de romance, sessão de terror, tarde em família, da vontade de reassistir clássicos que você já sabe de cor.</p>
<p>Parece que cancelar os planos deixou de ser preguiça e virou estratégia cultural. Quem vai encarar essa maratona?</p>]]></content:encoded>
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      <title><![CDATA[O vestido verde de Taylor Swift no Grammy Museum pode ter entregado o próximo grande lançamento]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 03:41:30 -0300</pubDate>
      <dc:creator><![CDATA[MAD Brasil]]></dc:creator>
      <category><![CDATA[Música]]></category>
      <description><![CDATA[Se tem uma coisa que Taylor Alison Swift aperfeiçoou ao longo de duas décadas de carreira — além de compor hinos que a gente canta no chuveiro até a vizinhança bater na parede — é …]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que Taylor Alison Swift aperfeiçoou ao longo de duas décadas de carreira — além de compor hinos que a gente canta no chuveiro até a vizinhança bater na parede — é a arte de esconder pistas em lugares onde ninguém esperaria. Um brinco, uma cor de esmalte, um padrão de bolsa, a sequência de letras maiúsculas no encarte de um álbum. Os Swifties treinaram o olho durante anos e não perdoam nada. Literalmente nada.</p>
<p>A jogada mais recente aconteceu no Grammy Museum, onde a cantora participou de uma entrevista e performance ao vivo dentro do tributo chamado The Icon Sessions with Taylor Swift: A 20-Year Retrospective. O vídeo completo acabou de ficar disponível no YouTube e, claro, mal começou e os fãs já estavam escaneando cada frame em busca dos famosos Easter eggs. Alguém precisa estudar o nível de atenção coletiva dessa fandom — é assustador no bom sentido.</p>
<p>O que chamou atenção desta vez não foi uma fala nem um gesto: foi o vestido. Taylor apareceu com um modelo verde da marca Dôen que esgotou em pouquíssimos minutos após a exibição. Surpresa de ninguém — a influência dela na moda já é fenômeno amplamente documentado, do tipo que faz estilistas e varejistas monitorarem cada aparição pública da cantora com o mesmo cuidado de um trader acompanhando a bolsa. Mas o look importa aqui por outro motivo muito além da tendência.</p>
<p>Para os Swifties, a estética do vestido remete diretamente à era do primeiro álbum homônimo, lançado em 2006. A vibe mais campestre, o romantismo, o verde — tudo soaria como uma versão mais madura e refinada daquele visual do começo de carreira, quando uma adolescente de West Reading, Pensilvânia, tinha acabado de se mudar para Nashville aos 14 anos para tentar a sorte na música country. Aquela aposta deu certo de um jeito que poucos poderiam imaginar à época.</p>
<p>E com Taylor, coincidência raramente é coincidência. O raciocínio dos fãs faz ainda mais sentido quando a gente lembra que a própria cantora já confirmou, em carta aberta aos fãs, que terminou de regravar o primeiro disco há algum tempo — e que estava aguardando o momento certo para celebrar o relançamento. O álbum de estreia autointitulado é justamente a peça que os Swifties mais esperam nesse projeto de regravações, e cada nova pista faz a ansiedade coletiva subir um degrau.</p>
<p>Então vamos somar: vestido verde com estética de 2006, aparição num tributo que revisita vinte anos de trajetória, e uma carta da própria artista confirmando que a regravação do debut está pronta e esperando o momento certo. Vai dizer que não parece roteiro escrito pela própria Taylor?</p>
<p>A gente está com os ouvidos bem atentos. Se a Era Verde chegar, prometemos surtar de forma absolutamente proporcional à situação.</p>]]></content:encoded>
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